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- Livro de Marta Sequeira é Finalista da XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo
O livro Living in Lisbon , da autoria de Marta Sequeira, acaba de ser nomeado como finalista da prestigiada XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU). O evento, que este ano se desenrola sob o tema “Climas”, destaca obras e projetos arquitetónicos de impacto, que dialogam com os desafios contemporâneos da prática urbana e territorial em países ibero-americanos. Living in Lisbon oferece uma reflexão profunda sobre a crise habitacional que tem assolado a cidade de Lisboa. Através de uma análise concisa e envolvente, Marta Sequeira aborda o aumento exponencial dos preços da habitação, consequência da financeirização do setor e da ausência de políticas públicas continuadas. A autora lança um olhar atento às arquiteturas mais emblemáticas resultantes de cinco décadas de políticas habitacionais públicas na capital, explorando também as novas propostas e visões para o futuro da cidade. O livro não se limita a um diagnóstico crítico: propõe diálogos, ensaios e manifestos que visam inspirar a ação e repensar o papel da arquitetura na construção de um ambiente urbano mais justo e sustentável. Num momento em que o debate público sobre habitação é fervoroso, a obra de Sequeira assume-se como uma ferramenta essencial para repensar a Lisboa do amanhã. A XIII BIAU recebeu 879 propostas de 21 países, todas avaliadas por um grupo de 25 jurados e curadores de renome. A seleção de finalistas, incluindo o trabalho de Marta Sequeira, destaca projetos que demonstram qualidade e relevância em responder aos desafios ambientais, políticos e socioeconómicos de cada contexto climático. Living in Lisbon é celebrado por contribuir para a criação de ambientes urbanos inclusivos e sustentáveis, alinhados com a premissa de bem-estar e habitação para todos. A nomeação deste livro sublinha a importância da arquitetura como agente transformador e a relevância de Lisboa como laboratório de políticas habitacionais no panorama ibero-americano.
- Sessão de apresentação de resultados do projeto Hybgen
No HybGen Joint Seminar (projeto financiado pelo EEA Grants Portugal, ao abrigo do Fundo de Relações Bilaterais) , que teve lugar no passado dia 24 de outubro, foram apresentados os resultados do estudo comparativo entre as cidades de Lisboa e Oslo centrado nos estilos de vida híbridos dos jovens adultos a partir dos desafios que enfrentam na habitação, no emprego e na mobilidade. Alguns temas relevantes emergiram da Mesa Redonda com quatro convidados especialistas nestes temas. São necessárias políticas mais flexíveis que apoiem os jovens adultos a entrar no mercado de trabalho, a adquirir habitação e a adotar padrões de consumo mais sustentáveis (através de formas alternativas e combinadas de mobilidade e de menos deslocações pendulares de longa distância). Atualmente, o ambiente construído e a regulamentação são bastante rígidos e não se adaptam às novas necessidades dos jovens adultos. Por conseguinte, é necessário que responsáveis políticos, técnicos e peritos de várias disciplinas consigam trabalhar conjuntamente e de forma interdisciplinar para compreender e dar respostas às necessidades e desafios que os jovens adultos enfrentam atualmente, incluindo a recolha de dados sobre os seus padrões e hábitos, com vista a proporcionar-lhes estilos de vida mais justos, inclusivos e sustentáveis em cidades como Lisboa ou Oslo.
- Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento para o projeto ArchLabour
Consultar edital completo Consultar anúncio Euraxess A Associação Iscte Conhecimento e Inovação – Centro de Valorização de Transferência e Tecnologias, através da sua Unidade de Investigação DINÂMIA’CET-Iscte, Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território, faz saber que se encontra aberto um concurso para a atribuição de 1 Bolsa de Investigação de Pós-Doutoramento no âmbito do projeto “ArchLabour – Architecture, Colonialism and Labour. The role and legacy of mass labour in the design, planning and construction of Public Works in former African territories under Portuguese colonial rule” (2024-2028), com a referência (ERC, ArchLabour, 1101096606), financiado pela União Europeia, através do European Research Council, sob orientação da Investigadora-Coordenadora Ana Vaz Milheiro. Os candidatos deverão possuir: Doutoramento em Arquitectura (fator eliminatório); Participação em um projeto de investigação financiado pela FCT (fator eliminatório); Publicação de um livro como autor, coautor ou editor (fator preferencial); Experiência em investigação na área de Arquitetura (especialmente em arquivos, organização de conferências e exposições e participação em encontros científicos nacionais e internacionais) (fator eliminatório); Experiência em trabalhos de arquivo e de campo em África, especialmente na área geográfica relacionada ao projeto ArchLabour (fator eliminatório); Experiência na coordenação e realização de missões de estudo em África na área geográfica relacionada ao projeto ArchLabour (fator preferencial); Investigação alinhada com os objetivos e campo de pesquisa do projeto ArchLabour (fator preferencial); Quatro anos (mínimo) de experiência de ensino na área de arquitetura, design, história da arte em curso de ensino superior (fator preferencial); Experiência em angariação e captação de financiamento para pesquisa (fator preferencial); Domínio da língua portuguesa (fator eliminatório); Domínio da língua inglesa (fator preferencial). Prazo de apresentação das candidaturas: O concurso encontra-se aberto de 30 de outubro de 2024 a 27 de novembro de 2024. Consultar edital completo Consultar anúncio Euraxess
- Políticas para o despovoamento rural e práticas de resistência
Editorial de Catarina Lopes Mateus para a Newsletter #84 do DINÂMIA'CET-Iscte A maneira como pensamos o território influencia e direciona as políticas públicas que propomos, e que aprovamos, não só enquanto entidades de gestão territorial e planeadores, mas também enquanto sociedade civil (através da comunicação social, comentários políticos, referendos, manifestações ou atividade em grupos de ação local). O tema do despovoamento continua a ser um lugar comum na discussão sobre o ordenamento do território. E sobre isto, poderíamos dizer que, de forma generalizada, há duas grandes perspectivas: a aceitação fatalista (de que não há forma de inverter o despovoamento rural) e a salvação pela modernização (em que a única forma de inverter o despovoamento é através da modernização do rural). Estas são as perspectivas que estão na base dos planos de desenvolvimento rural em Portugal como vemos no PRR ou na nova PAC 23-27. Insistir numa visão do rural como território vazio, abandonado, decadente ou atrasado, é também manter as relações de exploração das paisagens e das populações que compõem este território. Insistir numa visão do rural como território vazio, abandonado, decadente ou atrasado, é também manter as relações de exploração das paisagens e das populações que compõem este território, agudizando o problema do despovoamento rural e contribuindo para uma visão urbano-centrada em que todo o território ou é cidade ou está ao seu serviço. No entanto existem outras formas de olhar para este problema. Muita da investigação atual sobre o território e a sua diversidade pode ajudar a questionar políticas de desenvolvimento rural, olhando para outras soluções promovidas pela própria sociedade civil e populações locais. Os diversos processos de repovoamento das zonas rurais [...] criam uma diversidade de agentes que produzem este território, reinventando-o e resistindo de acordo com os seus próprios valores e necessidades. Os diversos processos de repovoamento das zonas rurais (tais como a contra-urbanização, os novos rurais, ou regresso de imigrantes), aliados a movimentos de resistência camponesa, contaminam o tecido social rural e criam uma diversidade de agentes que produzem este território, reinventando-o e resistindo de acordo com os seus próprios valores e necessidades. Em grande parte dos casos, estes processos de (re)povoamento resultam de um sistema de valores diferente ao promovido pelo modelo de desenvolvimento hegemónico. Nomeadamente pela concepção de qualidade de vida enquanto a procura por um maior nível de soberania e autonomia face a organismos como o Estado ou o Mercado. Isto está patente nas lógicas de base camponesa que ainda resistem um pouco por todo o território nacional, através de práticas como a agricultura de subsistência, a diversificação de atividades económicas, a prática de economias sociais e solidárias como ajudadas ou a partilha e troca de bens e serviços; até à auto-organização de eventos culturais como as festas populares dos santos padroeiros ou a auto-organização para suprimir a falta de serviços e infraestrutura com serviços de boleias partilhadas e entregas porta-a-porta. Por outro lado, os novos rurais, que muitas vezes fogem das cidades questionando a ideia de modernidade e de crescimento ilimitado e contínuo, mudam-se para o campo guiados por um imaginário que nem sempre coincide com a realidade. Este choque, ainda que possa resultar no regresso à cidade, pode também gerar processos de pré-figuração dessa realidade imaginada, com o estabelecimento de redes de entre-ajuda e comunitárias, lançamento de processos de regeneração de solos, rios e florestas, ativação de meios sociais em processo de apagamento, pela revalorização e apropriação de práticas e saberes populares e pelo envolvimento político a nível local. O resultado é uma heterogeneidade de atores rurais, onde as características sociais e culturais tipicamente “rurais” e “urbanas” se misturam e ressignificam. Este olhar para quem ainda fica e resiste, para quem regressa e quem chega, pode ajudar a entender como apoiar os processos (já em curso) de repovoamento, contribuindo para pensar a ruralidade como uma alternativa ao modo de vida urbano e a questionar políticas de desenvolvimento rural baseadas em práticas extrativistas.
- Curso de curta duração "Housing Solutions in the 21st Century Cities: Facing the Affordable Housing Crisis" com alunos de 7 universidades europeias e com sessões abertas ao público
O Blended Intensive Course/BIP " Housing Solutions in the 21st Century Cities: Facing the Affordable Housing Crisis ” é um curso de curta duração fechado que envolve quase 40 alunos de 7 universidades europeias, estando integrado no programa Erasmus+. O BIP tem uma componente online e outra presencial que terá lugar entre 11 e 15 de Novembro no ISCTE. Apesar de ser um curso fechado os seminários online e presenciais de especialistas são abertos. Este é o programa dos seminários online. Acessos sessões online Igor Grossmann https://videoconf-colibri.zoom.us/j/99092728002?pwd=tJweuyopP4Zt8SRDVK8kB1A5a6HI0e.1 Meeting ID: 990 9272 8002 Passcode: 426137 Elizabeth Wagemann Study of home-based work by integrating architectural representation with social science research methods https://videoconf-colibri.zoom.us/j/98476674616?pwd=xmkYJNygiP8GSpT6jzebpbJeZvXzMd.1 Meeting ID: 984 7667 4616 Passcode: 206274 Lola Davidson In search of quality and affordability in housing: a French initiative https://videoconf-colibri.zoom.us/j/91261630726?pwd=KzJo0TfQRFatHw8LAsvrSWNFS9cuMe.1 Meeting ID: 912 6163 0726 Passcode: 948285 Max Holleran Urban Density and New Housing Movements in the US https://videoconf-colibri.zoom.us/j/91049274036?pwd=JDVtbup11AihGqS2tavftNkqfLBvyM.1 Meeting ID: 910 4927 4036 Passcode: 158484
- Renovação do CAM em Lisboa por Ana Vaz Milheiro para o Jornal Público
Ana Vaz Milheiro escreveu um artigo para o suplemento Ípsilon do Jornal Público, no qual é feita uma crítica à renovação do Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O artigo destaca o trabalho do arquiteto japonês Kengo Kuma, responsável pela intervenção, que procurou criar um espaço onde a arte e as pessoas coexistem em harmonia, sem objetificar o edifício. Um dos elementos centrais é o novo telheiro de 866 metros quadrados, que serve como portal e oferece sombra e proteção. A crítica também aborda a forma como a arquitetura de Kuma combina tradição japonesa com referências à história portuguesa, promovendo um diálogo entre passado e presente. Além disso, a renovação visa tornar o CAM mais inclusivo e sustentável, com uma abordagem sensível às questões ambientais. Ler artigo de opinião aqui Fotografia de Fernando Guerra
- Gustavo Sugahara em conversa para o canal @oquerolanageronto
O canal O que rola na Geronto é um dos principais canais de debate sobre o tema do envelhecimento no Brasil. Nesta entrevista Gustavo Sugahara fala sobre o projeto desenvolvido sobre #cidades e comunidades amigas do #envelhecimento em Cascais. Destaca que o combate ao #idadismo foi uma preocupação constante no projeto, uma vez que o processo de co-construção, que envolve a participação ativa de diferentes atores, não estaria imune à reprodução de preconceitos e estereótipos enraizados na sociedade. Mais do que um mero “desconforto”, o idadismo tem consequências bastante negativas e palpáveis, tanto ao nível individual, quanto coletivo. Destaca ainda que, em geral, predomina ainda nas sociedades contemporâneas uma perspectiva limitada do envelhecimento, ora focada nas questões dos cuidados de saúde, ora num “envelhecimento ativo muito estrito”, particularmente focada na promoção de uma velhice produtivista, sem limitações físicas e excessivamente focado no trabalho remunerado. Numa sociedade em que só quem está no mercado de trabalho é “ativo”, em que os “cuidados” são vistos como sinónimo de incapacidade e doença, as pessoas mais velhas tornam-se uma população mais vulnerável à discriminação, estereótipos negativos e falta de apoios. Transformar percepções discriminatórias sobre o envelhecimento e a velhice, e sobre a própria dependência, é fundamental para o desenvolvimento de cidades inclusivas e acessíveis a todas as pessoas, contribuindo para o bem-estar geral. O futuro dos cuidados, seja para quem for que deles necessite, deverá passar necessáriamente por uma redefinição profunda do que é a dependência. Neste sentido, as questões do idadismo e dos cuidados foram identificadas como os principais potenciais vetores desta mudança, sendo ainda fundamental reconhecer que para o resgate do envelhecimento ativo será preciso adotar uma perspetiva de política mais abrangente, que inclua o combate às desigualdades ao longo do ciclo de vida. A transformação das cidades em lugares onde o direito ao cuidado se estabelece como um eixo central implica o reconhecimento de que cada pessoa é um ser interdependente, vulnerável, e um agente ativo na produção e reprodução da vida quotidiana e da cidade. Ao afastarmo-nos da noção individualista da dependência, abrimos a possibilidade de romper com o estereótipo que associa velhice a noções de incapacidade e dependência, ou como um setor da sociedade que precisa apenas de respostas próprias e segregadas, o que isola e exclui as pessoas da vida pública. Na perspetiva estruturante do envelhecimento ativo almejada, as políticas de envelhecimento devem ainda contribuir em todas as áreas de atuação – da tecnologia ao planeamento urbano, da cultura à educação, etc.
- Ana Costa participa no vodcast "Pedalada" dos mesmo autores do blog Ladrões de Bicicletas
Ana Costa, investigador do DINÂMIA’CET-Iscte e co-coordenadora do Doutoramento em Economia Política, participou no 4º Episódio do vodcast Pedalada dedicado ao tema do ensino da economia. Este vodcast é um programa protagonizado pelos autores do blog “Ladrões de Bicicletas” produzido para o canal digital de conteúdos “MyGiGpt”. Assista ao vídeo aqui:
- Sessão de apresentação do livro Stronger Peripheries: Building a Southern Coalition in Performing Arts
24 OUTUBRO | LISBOA CASA DO JARDIM DA ESTRELA | 17:00 Que dores e alegrias guarda o jornalismo cultural hoje? Como se comunicam projetos artísticos numa realidade fragmentada, e no contexto europeu? Como olham os artistas para os media agora? A Artemrede lança o programa artístico Sul Sueste com um debate que abre a porta do bar a jornalistas, artistas e organizações culturais, para uma conversa franca com várias latitudes. Um evento aberto ao público com as presenças confirmadas de Katarina Kolega (jornalista, Croácia), Simon Capelle e Mélodie Lasselin (artistas, França), Oana Mardare (gestora cultural, Roménia) e Bruno Castro (comunicador, Portugal). A Sul tudo bem? Jornalismo, Artes e Comunicação em debate acontecerá em Lisboa, na Casa do Jardim da Estrela, dia 24 de Outubro, às 17h00 (entrada livre). O evento inclui, após conversa, o lançamento da publicação “Stronger Peripheries: Building a Southern Coalition in Performing Arts”, com os investigadores Pedro Costa e Ricardo Venâncio Lopes (DINÂMIA'CET-iscte), onde se apresenta toda a experiência do projeto Stronger Peripheries de 2020 a 2024. Através de artigos, cogitações e reflexões artísticas, meditações poéticas, diários, ensaios visuais e reflexões académicas, a publicação explora em profundidade o cenário das artes performativas nas sociedades contemporâneas. Sul Sueste apresenta em Portugal as coproduções internacionais de teatro, dança e performance criadas no âmbito do projeto Stronger Peripheries: A Southern Coalition . O programa artístico promovido pela Artemrede mostra as criações de Valentina Medda, Nóra Juhász, Neja Tomšič, Tiago Cadete, Mélodie Lasselin e Simon Capelle, Petra Hrašćanec e Ksenija Zec, e Hamdi Dridi num evento de sete dias (24 a 30 de outubro). A maioria dos artistas, reconhecidos nos seus países pela qualidade do trabalho que desenvolvem, estreiam-se em Portugal. Sul Sueste , o primeiro programa artístico apresentado pela Artemrede neste formato, mostra teatro, dança e performance em Alcobaça, Lisboa, Moita, Montemor-o-Novo, Pombal, Santarém, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. As criações abordam temas como o desaparecimento de espaços urbanos, as novas migrações e os conflitos emergentes, o futuro e o papel das comunidades locais em imaginá-lo. Os artistas, que desenvolveram os espectáculos propositadamente no âmbito do projeto europeu, apresentam-se em teatros mas também em espaços não convencionais. O programa inclui ainda workshops conduzidos por alguns dos criadores, a partir da sua própria experiência e dos espetáculos, A Southern Coalition é uma rede informal, liderada pela Artemrede, constituída por onze organizações culturais e três universidades de dez países da bacia do Mediterrâneo e dos Balcãs (Portugal,Espanha, França, Itália, Eslovénia, Croácia, Sérvia, Hungria, Roménia e Grécia). Funciona como um espaço de diálogo, colaboração e aprendizagem conjunta através de práticas artísticas inclusivas e participativas, de ações de capacitação, e da proposta de novos modelos de política cultural para o Sul da Europa. O projeto Stronger Peripheries , que termina no final de 2024 e é cofinanciado pelo programa Europa Criativa da Comissão Europeia e pela Direção Geral das Artes, é a sua primeira grande iniciativa internacional. Desde 2020 envolveu centenas de profissionais culturais em iniciativas de capacitação, para além de coproduzir 14 novos projetos de artes performativas e organizar duas conferências internacionais (em Lisboa e Belgrado).
- Projeto Care4Housing promove evento em torno de uma ferramenta inovadora no acesso à habitação
"CLT - Uma ferramenta inovadora no acesso à habitação", que terá lugar no Iscte-Instituto Universitário de Lisboa nos dias 4 e 5 de Novembro. Este evento integra a programação internacional do Urban Thinkers Campus, promovido pela UN-Habitat. O CLT (Community Land Trust) é um modelo de propriedade coletiva, reconhecido internacionalmente com uma solução eficaz para enfrentar a crise da habitação. Experiências pioneiras nos Estados Unidos e Reino Unido têm décadas de sucesso comprovado. Na atualidade, países da UE apostam neste modelo, tendo sido criada recentemente a Rede Europeia de Community Land Trust. Este modelo tem também sido aplicado na América Latina como mecanismo de regularização fundiária. O evento contará com a presença de especialistas nacionais e internacionais, académicos e sociedade civil, que irão partilhar as suas experiências e perspetivas sobre a implementação e os benefícios do CLT em diferentes contextos. Será também uma oportunidade única para debater estratégias inovadoras para promover o acesso à habitação, estratégias assentes numa sustentabilidade social e económica. A entrada é livre com inscrição obrigatória aqui Consultar programa









