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Centre for Socioeconomic and Territorial Studies

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923 results found with an empty search

  • ism-2023-international-conference-on-industry-40-and-smart-manufacturing

    The International Conference on Industry 4.0 and Smart Manufacturing (ISM) is a yearly open forum fostering the smart culture and exploring the transformative impact of digital technologies characterizing the 4th industrial revolution across the full breadth of economic sectors. The 2023 edition will take place at ISCTE Business School, in Portugal . For more information: https://www.msc-les.org/ism2023/ About The International Conference on Industry 4.0 and Smart Manufacturing (ISM) is a yearly open forum fostering the smart culture and exploring the transformative impact of digital technologies characterizing the 4th industrial revolution across the full breadth of economic sectors. The manufacturing community is leading a series of world-class breakthroughs driven by the convergence of physical and digital spaces, operational excellence and human-automation symbiosis that are intimately changing the profile and behavior of socio-technical ecosystems at all levels of public and private sectors. To support this transition, ISM promotes the cross-fertilization of multidisciplinary knowledge bringing together a global community of eminent academics, research innovators, professionals, leaders and policy makers committed to build more efficient, agile, safe, sustainable and ethical systems; encourages the dissemination of the latest scientific advances, research results and industrial stories to strengthen the theoretical base of Industry 4.0; and provides a stimulating ground for business-to-science cooperation opportunities.

  • Habitar Lisboa - Exposição na Garagem Sul do CCB

    Fonte: Lusa (ler +) A exposição “Habitar Lisboa” pretende tornar visível a situação atual da habitação na capital, mostrando o papel dos arquitetos na estratégia para a construção na cidade. Com curadoria da investigadora Marta Sequeira, a exposição é inaugurada às 18:00, no Centro de Arquitetura/Garagem Sul do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, tornando-se a primeira exposição parte integrante do Museu de Arte Contemporânea do CCB. A exibição vai estar patente até ao dia 28 abril de 2024. A Garagem Sul tem nesta exposição uma nave, onde serão realizadas conferências e debates, enquanto nas laterais surge o núcleo expositório com várias maquetes e fotografias de núcleos habitacionais de Lisboa. Ao longo do período de exibição, existe um programa paralelo de conferências e seminários sobre o tema da habitação. Consulte o programa completo aqui. Reportagem Sic Notícias

  • Economia do Trabalho - Apresentação de livro

    No próximo dia 17 de novembro vai ter lugar no Iscte - Instituto Universitário de Lisboa, no Auditório B204, a sessão de lançamento do livro "Economia do Trabalho: Mercados e Instituições" coordenado por Helena Lopes e João Cerejeira. O evento irá ter início às 15:00. A entrada é livre. A sessão será apresentada por Maria João Rodrigues, Presidente da Foundation for European Progressive Studies (FEPS) e ex-Ministra do Emprego. Este livro é um manual académico sobre a Economia do Trabalho aplicada à realidade portuguesa que trata temas como a participação feminina no mercado de trabalho, a evolução dos salários e da produtividade, o prémio salarial da educação, e o impacto das tecnologias digitais. Chama também a atenção para o papel e a responsabilidade dos economistas no desenho das políticas públicas. Sinópse Urge valorizar a economia do trabalho como domínio científico. Com efeito, as transições ecológica e digital conferem ao trabalho uma relevância económica, social e política absolutamente central. Por isso, a qualidade do trabalho e do emprego, o combate ao desemprego, os baixos salários, as crescentes desigualdades económicas e a aceleração da mudança tecnológica estão hoje no centro do debate público. O trabalho e o emprego determinam profundamente tanto as condições de vida dos cidadãos como a capacidade produtiva das economias. Este Manual pretende contribuir para uma compreensão rigorosa dos fenómenos relativos ao mundo do trabalho e para a sua adequada regulação. Distingue-se dos manuais existentes, tanto em lingua portuguesa como em lingua inglesa, pelas seguintes características: pluralismo teórico (abordagens neoclássicas, keynesianas e institucionalistas), articulação entre apresentação dos quadros teóricos e ilustração e dados empíricos, foco na realidade portuguesa (na regulação do mercado de trabalho português, nas taxas de retorno do investimento em educação, na precariedade da situação das mulheres e dos jovens), análise das questões cruciais do nosso tempo (desigualdades e transição digital), chamada de atenção para o papel e a responsabilidade dos economistas no desenho das políticas públicas.

  • Desafios globais exigem uma mudança de paradigma

    Prioridade na abordagem pela procura à crise energética e climática O mundo está a arder (nas palavras do secretário-geral da ONU, António Guterres) e é imperativo reduzir o consumo de energia, sem prejudicar a melhoria das condições de vida nos países menos desenvolvidos. Na próxima semana, investigadores de todo o mundo estarão reunidos no Iscte, na conferência da iniciativa global EDITS, com o objetivo de debater estratégias que promovam o bem-estar e evitem mudanças climáticas perigosas. Artigo de opinião de Nuno Bento para o Jornal Expresso. Ler aqui Conheça o projeto Sus2Trans - Sustainable Transformative Transitions

  • 2023 Annual EDITS Meeting

    2023 Annual EDITS Meeting Conference on improving wellbeing while avoiding dangerous climate change 7-9 November 2023 with side-events on 6 November and 10 November Lisbon, Portugal The Energy Demand changes Induced by Technological and Social innovations (EDITS) initiative is an organic network of experts, who work together to deepen the understanding of demand-driven energy systems, energy and material demand projections based on technological-social-infrastructural interactions at global and granular levels, and their nexus with wellbeing and the SDGs. EDITS pursues collaborative research to identify gaps and potentials to enhance modeling, empirical analysis, and communication about demand-side solutions and an energy system transformation. The 2023 Annual Meeting EDITS is co-organized by the International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA), the Research Institute of Innovative Technology for the Earth (RITE), and the University Institute of Lisbon (ISCTE). We live in times of urgency. The IPCC report released this year emphasized that to secure a livable and decent future, climate actions are urgently needed. All actors have to step-up their commitment, there are no excuses. Upscaling impactful and equitable measures will lead to smaller losses and damages, as well as to major benefits in wellbeing and other systems. EDITS members have already preceded the IPCC call by emphasizing that we need to move faster with dedicated topics. Accordingly, we have been pushing ahead with on-going long-term tasks, such as the model complementary exercise, while also advanced with selected key topics in a speedy manner as fast-track streams. It is time to engage more with other researchers and implementers. Download programme

  • Um terço dos jovens desempregados tem no máximo o 9º ano de escolaridade

    O Relatório “Quem são os jovens desempregados?”, realizado para o IEFP pelo Observatório do Emprego Jovem no Iscte, revela que as baixas qualificações são o principal obstáculo ao início das carreiras profissionais. É um fenómeno persistente, que exige formações específicas em contexto de trabalho, com remuneração. A ministra Ana Mendes Godinho vai participar na apresentação pública deste relatório no dia 2 de novembro. Em 2022, dos cerca de 100 mil jovens desempregados em Portugal, 29,6% conclui, no máximo, o 3º ciclo do ensino básico (9º ano). Apesar desta muita baixa qualificação de quase um terço dos jovens portugueses à procura de emprego, a grande maioria destes não estava a estudar. Na verdade, 23,7% do total dos desempregados não frequentava o sistema de ensino e tinha concluído, no máximo, o 3º ciclo do ensino básico. Estes são dados do Relatório “Quem são os jovens desempregados?”, realizado pelo Observatório do Emprego Jovem (OEJ), uma unidade de investigação do DINÂMIA’CET – Iscte, para o Instituto de Emprego e Formação Profissional – IEFP (ver Relatório e Brochura em anexo). “Esta é a conclusão mais preocupante do retrato que fizemos: o baixo nível de qualificações de um grande número de desempregados jovens para os quais são necessárias políticas mais direcionadas”, refere Paulo Marques, docente e investigador no Iscte – Instituto Universitário de Lisboa e coordenador do Observatório do Emprego Jovem (OEJ). Este estudo do Iscte para o IEFP abrange o período temporal 2019-2022, “mostrando a persistência do fenómeno, que já era muito visível antes da pandemia da Covid-19 e que se manteve depois disso”. Para além da quantidade de jovens pouco qualificados, o estudo regista também que na amostra estudada – indivíduos entre os 15 e os 29 anos – existe uma percentagem elevada de jovens desempregados que concluiu, no máximo, o ensino secundário nas vias gerais e que não progrediu estudos. Na verdade, 13,9% dos jovens desempregados completou este tipo de ensino e não se encontra a estudar. Há também uma presença significativa de jovens licenciados, mas nesse caso as áreas de formação desempenham um papel muito relevante para se compreender o fenómeno. O lançamento público do relatório “Quem São os Jovens Desempregados?” por parte do IEFP vai ter lugar no dia 2 de novembro, pelas 15:00, na sala Maria Keil do Taste Montes Claros (Lisbon Secret Spot), no Parque de Monsanto, em Lisboa. Miguel Fontes, secretário de Estado do Trabalho, e Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, irão participar na sessão e comentar o relatório. Apostar em formação em contexto de trabalho, com remuneração A principal recomendação do Observatório do Emprego Jovem para o elevado número de jovens com o 9º ano, ou menos, é a valorização do ensino profissional. “A entrada no mercado de trabalho dos jovens que frequentaram as vias profissionalizantes é claramente facilitada, especialmente se os empregadores estiverem envolvidos no processo de formação”, afirma Paulo Marques. É necessário, no entanto, resolver o problema atual dos cerca de 23 mil e 500 jovens desempregados que têm no máximo o 9º ano de escolaridade e que já saíram do sistema de ensino. Para o coordenador do OEJ, “é fundamental criar modelos de formação em contexto de trabalho, com remuneração, desenhados especificamente para acorrer à situação destes jovens”. Paulo Marques entende que tal só será possível com o empenhamento dos empregadores: “Portugal neste capítulo pode beneficiar com a experiência de Espanha nos ‘Contratos de Aprendizagem Profissional’, realizados com associações empresariais de diferentes setores”, afirma. Se esse modelo avançar, caberá ao IEFP acompanhar a formação ministrada e monitorizar a sua qualidade. O OEJ defende nas suas recomendações que para muitos dos jovens que abandonaram precocemente o sistema de ensino, sobretudo os mais novos, sejam criadas oportunidades de ensino profissional. “Faz todo o sentido que o Estado atue nesse domínio, até porque há uma visível falta de mão-de-obra em vários setores de atividade”, afirma Paulo Marques. “O que não pode ser é uma formação igual à que é dada no ensino secundário geral – tem de ser uma formação muito mais ligada às empresas, com uma ligação mais direta ao mercado de trabalho”. Estas novas modalidades de formação deverão ter em conta as realidades regionais, não só para dirigirem formandos para áreas específicas onde faltam trabalhadores, mas, também, porque a expressão do fenómeno do desemprego jovem não é igual em todo o país. Tendo em consideração os dados dos Censos 2021, nomeadamente no que se refere à distribuição dos jovens por região de residência, os desempregados jovens estão ligeiramente sobrerepresentados no Alentejo, Algarve e Madeira. Mais competências digitais e mais CTeSP O Observatório do Emprego Jovem tem também recomendações para os 13,9% dos desempregados que concluíram o ensino secundário nas vias gerais e que não se encontram a estudar: “Devem seguir para o ensino superior, realizando formações de índole profissionalizante, como a conferida pelos CTeSP, ou prosseguir para o ensino superior universitário”, afirma Paulo Marques. “O que não faz sentido é terem concluído o ensino secundário nas vias gerais e não terem prosseguido estudos nem obtido uma formação mais profissionalizante”. Também existem licenciados desempregados (representam 16,4% do total de desempregados jovens), assim como mestres e doutorados (7,1% do total de desempregados jovens). Relativamente aos licenciados, em 2020, as áreas de formação mais representadas nesse universo são Ciências Empresariais e Direito (26,1% em 2020), Artes e Humanidades (21,4%) e Ciências Sociais, Informação e Jornalismo (20,4%). As recomendações do OEJ são de que se multipliquem as formações do tipo do Programa UPskills – Digital Skills & Jobs, as quais conferem a licenciados de várias áreas competências digitais, nomeadamente nas áreas da ciência de dados e da programação. “O IEFP deverá incentivar a aquisição destas competências”, afirma Paulo Marques. Um último dado relevante no relatório “Quem são os jovens desempregados?”: em 2022, 16% dos jovens à procura de emprego são estudantes: 6,5% de todos os desempregados estudavam no secundário em 2022, 6,4% estavam a meio da licenciatura e 3,1 eram estudantes de mestrado ou de doutoramento. “A maior parte destas pessoas está mais interessada num part-time do que num trabalho a tempo inteiro”, afirma Paulo Marques. “As razões principais desses estudantes para a procura de emprego são os custos das suas deslocações para fora das suas áreas de residência e a subida dos custos de alojamento”.

  • Lançamento do livro "A Monumentalidade Crítica de Álvaro Siza"

    O lançamento do livro " A Monumentalidade Crítica de Álvaro Siza" , terá lugar no próximo dia 11 de novembro, na Casa da Arquitectura, em Matosinhos.  O evento terá o seu momento central numa mesa-redonda moderada por João Paulo Rapagão, com a participação dos editores Paulo Tormenta Pinto e Ana Tostões.   A sala contará com a exposição da reportagem fotográfica de Inês d’Orey, e de trabalhos de Projeto Final de Arquitetura do Iscte, integrados na investigação 'A Monumentalidade Crítica de Álvaro Siza'. Mais informações A entrada é livre

  • Newsleter #81 Setembro - Outubro já disponível

    Ouvimos os jovens. As universidades e os centros de investigação também devem fazer a sua transição ecológica Durante décadas, a luta para a preservação de um planeta saudável teve expressões pontuais. Investigadores, de todas as disciplinas, dedicaram-se a analisar e tentar resolver problemas ecológicos; universidades adotaram medidas de sustentabilidade e pediram que Objetivos de Desenvolvimento Sustentável fossem associados às disciplinas; docentes criaram mestrados sobre questões ambientais. Mas isso não chega. As universidades e os centros de investigação devem hoje estudar os problemas ecológicos e a sua resolução de forma sistemática, sistémica e estratégica. Devem fazer a sua própria “transição ecológica”, sendo transição definida como mudança não-linear, feita de transformações que levem a um novo modelo de desenvolvimento. É esse caminho que dezenas de universidades de todos os continentes se comprometeram seguir ao associar-se à Declaração de Hamburg, lançada em 2021 pelo Conselho de Reitores das universidades alemãs. A Declaração parte da premissa de que a humanidade enfrenta um desafio existencial; a mudança climática, provocada pela atividade humana, põe em causa não só a qualidade de vida como a sobrevivência de muitas espécies. Por isso, pede aos líderes universitários para iniciar “uma mudança cultural, revendo as suas decisões estratégicas em matéria de educação, investigação e divulgação, na perspetiva da sustentabilidade e ação climática”. É esse um dos objetivos estratégicos do DINÂMIA’CET-Iscte. Continuar a ler

  • Ricardo Costa agarez no programa "Visita Guiada" da Rtp

    Ricardo Costa Agarez foi o convidado da última edição do programa da RTP "Visita Guiada" que se focou na região do Algarve que, nos anos 50 e 60 do séc. XX, foi palco de uma explosão de arquitetura modernista que não aconteceu em mais ponto nenhum do país. Nos anos 50 e 60 do séc. XX, num Portugal constrangido por um Regime que exercia uma política de gosto historicista, o Algarve e, em particular, Faro foram palco de uma explosão de arquitetura modernista que não aconteceu em mais ponto nenhum do país. A que se deveu este epifenómeno? A tese do guia desta visita, o arquiteto e investigador Ricardo Costa Agarez, é que, entre outros fatores, a familiaridade dos algarvios com as linhas puras da arquitetura popular local facilitou a procura e a aceitação geral da nova linguagem arquitetónica. No Algarve, Olhão era e é o exemplo maior dessa arquitetura popular que encantou os modernos e lhes abriu caminho na paisagem urbana. Assista ao episódio aqui:

  • PNUM2023 reúne palestrantes de Portugal, Espanha e Brasil

    O 11º encontro da Rede Lusófona de Morfologia Urbana (PNUM), dedicado ao tema da Morfologia Urbana – Planeamento, Recuperação e Resiliência, decorreu em Sintra, nos dias 13 e 14 de Setembro, tendo contado com a participação de uma centena de palestrantes. O evento foi promovido pelo DINÂMIA'CET e coordenado pela Professora Teresa Marat-Mendes. A equipa de organização do PNUM 2023 integrou os investigadores Patrícia Bento d’Almeida, Inês Isidoro, João Cunha Borges, Sara Silva Lopes, Rui del Pino Fernandes e Teresa Marat-Mendes. Foram seis as linhas temáticas abordadas pelo evento: (1) Forma urbana e transição verde; (2) Forma urbana e transformação digital; (3) Forma urbana e crescimento sustentável e inclusivo; (4) Forma urbana e coesão social e territorial; (5) Forma urbana, saúde e resiliência econômica e (6) Forma urbana e política para as próximas gerações. O evento contou com dois keynote speakers. O Professor Vitor Oliveira, Presidente do International Seminar of Urban Form (ISUF) e da Rede Lusófona de Morfologia Urbana (PNUM) e o Doutor Daniel Paiva, geógrafo e pesquisador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. O encerramento do evento foi brindado com um Colares de Sintra no Parque da Biblioteca Municipal e com uma visita guiada à Quinta da Regaleira. O PNUM 2023 contou com o apoio e patrocínio do Iscte, Iscte-Sintra e da Câmara Municipal de Sintra.

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