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Centre for Socioeconomic and Territorial Studies

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  • Lançamento de livro

    No dia 23 de Março às 17h30 vai ter lugar na Livraria Almedina do Atrium Saldanha, a apresentação do livro "A persistência da Desvalorização do Trabalho e a Urgência da sua Revalorização" coordenado por Maria da Paz Campos Lima e José Castro Caldas. A apresentação será feita por Manuel Carvalho da Silva, professor e ex-secretário-geral da CGTP-IN _________ Sobre o livro Este livro analisa os processos de desvalorização salarial ocorridos em Portugal entre a crise internacional de 2008 e a atualidade. Examina em particular a reconfiguração das instituições de enquadramento das relações laborais, da especialização produtiva e da estrutura do emprego. Além das análises transversais de âmbito nacional e de comparação internacional, um dos contributos do livro é a análise dos impactos variegados das mudanças económicas/institucionais ao nível setorial e ao nível das empresas, tendo em consideração as políticas salariais e a negociação coletiva. Partindo da conjetura de que a reconfiguração institucional regressiva associada às políticas de “desvalorização interna” do período de intervenção da Troika pode ter acelerado um processo de desvalorização cumulativa do trabalho, os vários capítulos do livro examinam os seus impactos envolvendo perdas de competência e aptidão, retração de investimento, aumento das desigualdades económicas e quebra demográfica.

  • Concurso Estímulo ao Emprego Científico Individual FCT

    Descarregar pdf O Concurso Individual destina-se a doutorados de qualquer nacionalidade ou apátridas detentores de percurso em qualquer área científica que pretendam desenvolver a sua atividade de investigação científica ou desenvolvimento tecnológico em Portugal. Acompanharemos e apoiaremos os candidatos selecionados com a indicação de investigadores experientes que apoiarão as candidaturas. O DINÂMIA’CET - Iscte oferece um ambiente dinâmico e multidisciplinar. Esta é uma oportunidade para integrar uma Unidade de Investigação fortemente comprometida com a Ciência. Para se candidatar à FCT ao Concurso Estímulo ao Emprego Científico Individual , pelo DINÂMIA’CET-Iscte, deverá enviar-nos os seguintes documentos, em língua inglesa: 1. Categoria de investigador doutorado a que se candidata (Investigador Júnior; Investigador Auxiliar; Investigador Principal). 2. Certificado de conclusão de doutoramento. Tratando-se de um doutoramento obtido no estrangeiro, o candidato deve entregar cópia do reconhecimento do grau de doutor em Portugal na submissão da candidatura. 3. Sinopse do percurso científico e curricular, com uma seleção criteriosa das principais atividades e resultados obtidos nos últimos 5 anos ou menos no caso dos investigadores juniores; 4. Carta de motivação e plano de desenvolvimento de carreira, identificando até duas das principais contribuições do candidato nos últimos 5 anos e a expectativa das suas principais propostas de contribuição para os próximos anos; 5. Curriculum vitae (modelo CIÊNCIAVITAE em língua inglesa); 6. Plano de investigação, sintético, com uma seleção criteriosa dos principais métodos, objetivos e atividades a desenvolver, resultados esperados e a identificação da missão e desafio científico a enquadrar nos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas para 2030 (incluir título do Plano de Investigação, resumo, palavras chave, domínio cientifico, área cientifica, subárea cientifica); 7. Integração do plano de investigação na estratégia do DINÂMIA’CET - Iscte e no Grupo de Investigação no qual será realizado. A instituição de acolhimento que deverá ser selecionada é: ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa – Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território As candidaturas devem ser enviadas até 16 de Abril de 2023, por e-mail para concursos.dinamiacet@iscte-iul.pt tendo por assunto Concurso Estímulo ao Emprego Científico – Individual (6.ª edição)_nome do candidato. Os candidatos selecionados tendo o DINÂMIA’CET-Iscte como instituição de acolhimento serão notificados por e-mail sobre a aceitação da candidatura. Para informações sobre a Estratégia DINAMIA’CET-Iscte contactar: Maria_Jose_Rodrigues@iscte-iul.pt ------------- Esta informação não dispensa a leitura cuidadosa de todas as informações relativas ao concurso, disponível em FCT e a candidatura junto da mesma em https://myfct.fct.pt/ , até 3 de maio, às 17h (hora Lisboa).

  • webinar Southern European Housing Policies in the 2020s

    Download Programme webinar Southern European Housing Policies in the 2020 s : the farewell to residualisation? In the framework of the European Network for Housing Research Southern European Housing WG the webinar " Southern European housing policies in the 2020s: the farewell to residualisation? ” promotes a discussion and review of the “state of the art” of current housing policies and their respective narratives in Southern Europe. _____ Participation in Zoom https://videoconf-colibri.zoom.us/j/98056189537 Meeting ID: 980 5618 9537 Download Programme

  • Conferência - Transição Digital e Direito do Trabalho: que desafios?

    Entrada livre Programa 16.00 Abertura Isabel Salavisa (DINÂMIA’CET-Iscte | Iscte-Instituto Universitário de Lisboa) 16.15 CONFERÊNCIA INICIAL Pedro Romano Martinez (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) 16.45 - Painel 1 Moderador: Paulo Alves (DINÂMIA’CET - Iscte | Iscte – Instituto Universitário de Lisboa) Direito de desconexão Isabel Vieira Borges (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) Poder de direcção e trabalho 4.0 João Zenha Martins (Faculdade de Direito da Universidade NOVA de Lisboa) 17.45 - Painel 2 Moderador: Manuel Roxo (ex dirigente da ACT) Plataformas digitais João Leal Amado (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra) Notas sobre o novo regime do teletrabalho Glória Rebelo (DINÂMIA’CET-Iscte | Universidade Lusófona - Centro Universitário Lisboa) O que o Direito substantivo dá, o Direito adjectivo pode tirar? A questão dos princípios e normativos próprios do Processo e da Justiça do Trabalho António Garcia Pereira (ISEG | Lisbon School of Economics & Management) (* a confirmar) 18.45 - 19.00 Encerramento Num ambiente de acentuada mudança tecnológica, a “Agenda digital para a Europa” acelerou a implantação da Internet de alta velocidade, permitindo a famílias e a empresas tirar partido de um mercado único digital. Em Portugal, a Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020, de 21 de Abril, criou um Plano de Acção para a Transição Digital, que assenta em três grandes pilares de actuação: capacitação e inclusão digital das pessoas; transformação digital do tecido empresarial; digitalização do Estado. A transição digital deve ser assumida como catalisador da transformação social e laboral, pelo que responder a este desafio será crucial nesta década. Assim, na CONFERÊNCIA TRANSIÇÃO DIGITAL E DIREITO DO TRABALHO: QUE DESAFIOS? serão analisados alguns dos temas relevantes neste âmbito, como o direito de desconexão, o poder de direcção e o trabalho 4.0, as plataformas digitais e o novo regime do teletrabalho em Portugal. Descarregar PDF

  • ciclo de conferências Século XIX Revisitado III

    Ciclo de Conferências Século XIX Revisitado III 11:00 | Auditório 4 Ed. Sedas Nunes - Iscte Entrada livre Sobre O século XIX é muitas vezes entendido do ponto de vista da História da Arquitectura como uma espécie de “catapulta” para o século XX, ou, noutro sentido, como um hiato entre o Iluminismo e o Modernismo. No entanto, neste século de rápidas transformações e numa Europa palco de uma verdadeira revolução industrial, política, cultural e social, foram feitas algumas das experiências arquitectónicas e urbanísticas mais relevantes de sempre, protagonizadas pelos que então procuravam responder a uma sociedade em ebulição. Estações ferroviárias, óperas, museus e prisões são apenas alguns dos novos programas a que havia que dar resposta, ao mesmo tempo que se procurava criar um novo modelo de cidade. Século XIX Revisitado III consiste num conjunto de cinco conferências que procura abarcar a complexidade deste período, reunindo investigadores tão notáveis como Inês Lobo, Hélia Silva , Tiago Borges Lourenço , Domingos Tavares, Júlia Varela e Andreia Garcia . Centrando a discussão em cinco temas principais – de Lisboa a Braga; de uma avenida a um teatro-circo – procura-se analisar os modelos propostos, não apenas do ponto de vista histórico, como também a partir de um olhar contemporâneo, aferindo a sua eventual actualidade e vigência. Marta Sequeira – que apresentará cada uma das sessões e moderará o debate final com o público – é a curadora deste ciclo, organizado no âmbito do Departamento de Arquitectura e Urbanismo e do DINÂMIA’CET do Iscte-Instituto Universitário de Lisboa. Próximas sessões Sessão 2 27.02, 11:00 Hélia Silva e Tiago Borges Lourenço Da cidade sacra à cidade laica. O impacto da extinção das ordens religiosas na Lisboa oitocentista Sinópse O Decreto de 30 de maio de 1834, que extinguiu todos os Conventos, Mosteiros, Collegios, Hospicios, e quaes quer Casas de Religiosos de todas as ordens Regulares , abriu caminho a um processo que vendeu, dispersou e mandou derreter de forma sistemática os bens da maioria das 70 casas religiosas então existentes em Lisboa. Aos seus edifícios foram dados novos usos, passando a acolher hospitais, escolas, tribunais ou quartéis. Por seu turno, os terrenos das cercas formaram um enorme ativo que permitiu ao Governo e à Câmara Municipal de Lisboa delinear uma política de planeamento urbano em larga escala. Um número significativo destas cercas foi absorvido no tecido urbano da cidade, num processo de transformação que ocorreu de forma gradual e se prolongou até meados do século XX. E ainda que, num olhar mais atento, seja possível encontrar na morfologia da cidade parte dos seus antigos limites, a sua memória foi-se perdendo no tempo. Breve biografia dos conferencistas Hélia Silv a é Licenciada em arquitetura pela Universidade Lusíada no ramo de recuperação (1991). Mestre em Arte, Património e Restauro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2005) é atualmente Doutoranda em História da Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa. Técnica da Câmara Municipal de Lisboa desde 1992, tem desenvolvido o seu percurso profissional nas áreas da reabilitação urbana, do planeamento urbano e na proteção do património edificado. Investigadora do projeto FCT – PTDC/CPC-HAT/4703/2012: LxConventos - “Da cidade sacra à cidade laica: a extinção das ordens religiosas e as dinâmicas de transformação urbana na Lisboa do século XIX” entre 2013 e 2015. Tiago Borges Lourenço é Doutorando em História da Arte (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa). Investigador do Instituto de História da Arte (FCSH-UNL) com atividade e produção científica maioritariamente desenvolvida nas áreas da azulejaria e da história, arquitetura e urbanismo de Lisboa dos séculos XIX e princípios de XX. Fez parte das equipas dos projetos Gabinetes Coloniais de Urbanização e LxConventos e é atualmente investigador e coordenador do projeto Olisipógrafos. Os Cronistas de Lisboa (IHA-FCSH/UNL e CML). Sessão 3 01.03, 11:00 Domingos Tavares A fábrica dos galões de ouro - entre o clássico e o romântico na arquitectura portuense do século XIX Sinopse «O Palácio dos Carrancas, na Rua dos Quarteis, constituiu o sinal da transição do neopalladiano de referência inglesa que a arquitectura do «Port Wine» deixou no Porto (Hospital de Santo António e Feitoria Inglesa), para um classicismo tardio que abriu o ciclo da arquitectura portuense no século XIX. Mas não deixou de recorrer a modelos da corrente mais internacional desenvolvida pelos arquitectos da reconstrução de Lisboa, como foi o caso do Tribunal e Cadeia da Relação do Porto, projectado por Eugénio dos Santos e executado posteriormente por um dos engenheiros militares ao serviço das autoridades portuenses. Seria esta obra pensada por um arquitecto oficial a partir do sul para se adaptar à imagem dura da cidade do granito? O Palácio dos Carrancas, uma fábrica de galões de ouro, retém a representação da nova burguesia ligada às benesses do poder real numa casa-palácio em rua nova, complementada por organização espacial interna entre o escadório barroco e a funcionalidade dos pavilhões de fábrica de manufacturas têxteis. Com a implantação do liberalismo a Associação Comercial constituiu o seu próprio monumento neoclássico, o Palácio da Bolsa, nos claustros do Convento gótico de São Francisco. Adaptação oportunista de linguagem de transição, nem inglesa, nem moderna. A arquitectura neoclássica no Porto ainda teve outra infelicidade com o projecto francês na Alfândega Nova e, como compensação feliz, um bom exemplo de obra dinâmica e impressiva da autoria de outra personalidade francesa em Portugal, a Estação de Campanhã que recebeu o encontro dos Caminhos de Ferro. Foi nesse contexto de renovação e desenvolvimento que acompanhou a chegada do comboio, que coube a Tomás Soller, um arquitecto da empresa dos Caminhos de Ferro, realizar o Pátio das Nações no interior da Bolsa, consolidando o ciclo da arquitectura do ferro no Porto. Seria outra vez, entre a influência inglesa e francesa, a via por onde entrou a corrente ecléctica, uma marca nova, imagem poética e transparente na urbanidade da cidade dinâmica que encerrou o ciclo de arquitectura do século XIX no Porto.» Breve biografia do conferencista Arquitecto, professor jubilado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, investigador do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, Grupo Atlas da Casa. Enquanto professor de História da Arquitectura Moderna, publicou 23 monografias de autores do Ciclo Clássico Europeu, desde o Renascimento ao Neoclassicismo pré-industrial. Nos domínios da história urbana e Antropologia Cultural, publicou “Casas na Duna – O Chalé do Matos eos palheiros do Furadouro” (DAFNE/FAUP, 2018). Trabalha também sobre temas de arquitecturas de transição, com especial relevância para a história urbana da cidade do Porto e os mecanismos da relação do projecto arquitectónico com a formação urbana. do século XIX para o sécuo XX, bem como sobre as relações entre a arquitectura erudita e popular. Publicou, sobre o tema Casas de Torna-Viagem, “Francisco Farinhas, realismo moderno” (DAFNE, 2007), “Casas de Brasileiro – erudito e popular na arquitectura dos torna-viagem” (DAFNE/FAUP, 2015) e “Transformações na Arquitectura Portuense, o caso de António da Silva” (DAFNE/FAUP, 2017). É autor de diversos trabalhos de arquitectura, sendo a sua obra apresentada em várias exposições e publicações especializadas. Sessão 4 13.03, 11:00 Júlia Varela Administrar à distância: a Baixa de Lisboa em Oitocentos Sinopse No final do século XIX e início do século XX, a Baixa de Lisboa é um fervilhante centro de económico e administrativo a partir do qual são tomadas decisões e geridos negócios, a partir de redes de interesses tecidas inloco, mas com incidência à escala metropolitana e também ultramarina. Seguindo o rasto de um conjunto de homens de negócio com propriedades nas então colónias portuguesas em África, procura-se traçar um retrato deste pedaço de cidade no alvor de um novo século, identificando as dinâmicas que determinam esta centralidade e os seus antecedentes, à escala do território e à escala da cidade, e indagando acerca do modo como cidade e arquitectura lhes foram servindo de suporte e dando resposta. Breve biografia da conferencista Docente no Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa e investigadora do Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora (CAHIA-UÉ) e do Centro de Estudos de Arquitectura Cidade e Território da Universidade Autónoma de Lisboa (CEACT-UAL). Arquitecta pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), é actualmente doutoranda em História da Arte na Universidade de Évora, e tem em curso trabalho de investigação acerca da arquitectura doméstica em Portugal do final do século XIX e início de XX no âmbito da realização de tese de doutoramento intitulada “Arquitectura, sociedade e encomenda: as casas dos roceiros de S. Tomé e Príncipe na metrópole e o apogeu do ciclo do cacau (1880-1922)”, financiado com bolsa de doutoramento atribuída pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. As áreas de investigação actuais são a História da Arquitectura e da Cidade contemporâneas, com especial enfoque no período do virar dos séculos XIX-XX. Sessão 5 20.03, 11:00 Andreia Garcia O Theatro e a Memória Sinopse «A viagem do Theatro Circo começou há mais de cem anos, quando outros já o sonhavam. Com ele, as viagens multiplicaram-se. Sobre ele, dilataram-se esse e outros sonhos entre a ficção e o real. As suas suaves paragens serviram para desvendar a clarividência de um percurso, provocando-o, continuando-o […] Suspensa entre estes dois mundos do antes e do agora, esta história explorou-se num mundo de outros mundos. Uma porta de entrada de escritos, de livros, de esculturas, de pinturas, de fotografias, de cartazes, de desenhos, de vozes. Nada acontece em câmara escura, tudo é trazido à luz do teatro. Ainda que cruzando imagens, revelando histórias esquecidas, dando a conhecer um lugar que não é novo, mas sobre um olhar renovado, que não deixa ser, afinal, a devolução de si mesmo ao seu lugar [...]» Retirado do prefácio de O teatro e a Memória de Andreia Garcia Breve biografia da conferencista Andreia Garcia é arquiteta, curadora, editora, investigadora e professora universitária. O seu percurso tem-se definido por uma prática de arquitetura que amplia o cruzamento disciplinar com áreas complementares. Os seus interesses focam-se na prática contemporânea da arquitetura numa era marcada por fortes avanços tecnológicos e uma progressiva crise ecológica. É fundadora do atelier Architectural Affairs, fundadora e diretora da Bienal de Conhecimento Art(e)facts, e co-fundadora da Galeria de Arquitetura, espaço independente de reflexão e debate sobre Arquitetura, Cidade e Território. Foi programadora na Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 e curadora do centenário do Theatro Circo de Braga. Foi Professora Auxiliar Convidada na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho e studio tutor na Architectural Association, em Londres. É Professora Auxiliar e Vice-presidente da Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior. É curadora da Representação Oficial Portuguesa na 18ª Exposição Internacional de Arquitectura La Biennale di Venezia 2023 — Fertile Futures.

  • FORMA URBANA E SUSTENTABILIDADE

    Ciclo de Seminários em Urbanismo FORMA URBANA E SUSTENTABILIDADE A cidade e os territórios contemporâneos refletem sistemas socio-ecológicos e urbanos de grande complexidade. As suas formas urbanas e territoriais refletem processos de resiliência e de adaptação da sociedade às circunstâncias socioecónomicas e ecológicas específicas de cada momento. Algumas dessas formas urbanas já desapareceram, outras encontram-se abandonadas e outras transformaram-se face a novos usos, necessidades ou gostos. Analisar a cidade e sobre ela intervir exige sermos capazes de dar resposta às problemáticas colocadas pelo desafio da Sustentabilidade. Que ferramentas dispomos para una análise urbana mias consciente? Que soluções de formas urbanas melhor respondem a estes desafios ecológicos e societais? O ciclo de seminários em Urbanismo III debate um conjunto de ferramentas de análise e de soluções de formas urbanas, incindindo em três áreas de interesse para a Sustentabilidade: a Ecológica, a Morfológica e a Sociológica. Consultar programa completo

  • Ciclo de Seminários - Ainda a Bauhaus

    Ciclo de Seminários Ainda a Bauhaus: celebrando os 100 anos da Exposição e da Semana da Bauhaus em Weimar (1923-2023) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa Sala D. Manuel, piso térreo Museu Nacional do Azulejo Rua Madre de Deus, 4, Lisboa No âmbito da celebração dos 100 anos da Exposição e da Semana da Bauhaus em Weimar (1923-2023), integrado na unidade curricular Teoria e História da Arquitectura V do Mestrado Integrado em Arquitectura do Iscte-Instituto Universitário de Lisboa e em articulação com o Dinâmia’cet-iscte e o Museu Nacional do Azulejo, realiza-se de 17 de Fevereiro a 28 de Abril de 2023 no Iscte-Instituto Universitário de Lisboa e no Museu Nacional do Azulejo o Ciclo de Seminários, “Ainda a Bauhaus: celebrando os 100 anos da Exposição e da Semana da Bauhaus em Weimar (1923-2023)” contando com especialistas das áreas da Cerâmica, do Design e da Arquitectura. Programa 17 Fevereiro’23 16:00 A Escola Bauhaus e a República de Weimar. Interseções: vanguardas, experiências pedagógicas e políticas Helena Souto (IADE-Universidade Europeia) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa 03 Março’23 15:30 Ainda a Bauhaus: rastos e ressonâncias Sala D. Manuel, piso térreo Museu Nacional do Azulejo Rua Madre de Deus, 4, Lisboa 10 Março’23 15:30 Ainda a Bauhaus: rastos e ressonâncias Sala D. Manuel, piso térreo Museu Nacional do Azulejo Rua Madre de Deus, 4, Lisboa 17 Março’23 16:00 A Bauhaus e a realidade entrelaçada do mobiliário português Pedro Novo (Estúdio de Arquitectura Atelier Pedro Novo Arquitectos) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa 24 Março’23 16:00 "nova tipografia" e “typophoto” Sofia Leal Rodrigues (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa 31 Março’23 16:00 Oficina de Design Gráfico Sofia Leal Rodrigues (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa 21 Abril’23 16:00 Os interiores e a decoração na caracterização do espaço arquitectónico Fátima Filipe/Luís Pedra Silva (Pedra Silva Arquitectos) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa 28 Abril’23 16:00 O que pode significar hoje o conceito de "Obra de Arte Total"? Bárbara Coutinho (MUDE-Museu do Design e da Moda; Instituto Superior Técnico-UL) Auditório 0NE01 - Paquete de Oliveira - Edifício Sedas Nunes Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, Av das Forças Armadas, Lisboa

  • Observatório do Emprego Jovem no Conselho Económico e Social

    Observatório do Emprego Jovem apresenta Livro Branco ao Conselho Económico e Social Fotografia: Hugo Cruz A reunião plenária do Conselho Económico e Social de dia 13 de fevereiro contou com a apresentação do Livro Branco “ Mais e Melhores Empregos para os Jovens ”, um trabalho realizado pelo Observatório do Emprego Jovem , Fundação José Neves e escritório de Lisboa da Organização Internacional do Trabalho . Lançado no final de 2022, o Livro Branco oferece um diagnóstico ao mercado de trabalho dos jovens, identificando os grandes desafios que se apresentam, e desenvolve um conjunto de recomendações de variados domínios no sentido de contribuir para o aumento dos empregos adequados e com qualidade entre os jovens. Estas recomendações passam pelas políticas de mercado de trabalho, mas também pela transformação da estrutura económica do país no sentido de reforçar os setores mais promissores. Em seguimento do Livro Branco, que contou com o alto patrocínio da Presidência da República, foi criado o Pacto “ Mais e Melhores Empregos para os Jovens ”, que junta grandes empresas portuguesas e governo num compromisso até 2026. O Pacto, que foi apresentado ao CES na mesma sessão, foi lançado dia 15 de janeiro.

  • Açores no topo da tabela da pobreza e desigualdade social

    No passado dia 07 de Fevereiro Lídia Fernandes , investigadora do DINÂMIA'CET-Iscte, foi convidada a participar no programa Grande Debate da RTP Açores numa edição dedicada ao tema: Qual será a dimensão da pobreza nos Açores? Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística voltam a colocar os Açores no topo da tabela da pobreza e desigualdade social. O inquérito às condições de vida e rendimento dos portugueses apurou que, no arquipélago, o risco de pobreza aumentou 3,2% entre 2020 e 2021, contrariando a tendência de decréscimo no continente. O debate foi moderado pela jornalista Marta Silva e para além de Lídia Canha, teve também como convidados: Fernando Diogo, sociólogo; Anabela Borba, presidente da Cáritas Diocesana dos Açores; Gualter Furtado, presidente do Conselho Económico e Social dos Açores. Assista ao episódio aqui: https://www.rtp.pt/play/p10930/grande-debate-2022

  • Alexandra Saraiva integra equipa para um trabalho sobre a obra de Hestnes Ferreira

    No âmbito das celebrações dos 50 anos do Iscte, o grupo de missão, decidiu contextualizar O SÍTIO, OS EDIFÍCIOS e O ARQUITETO. Três propostas que pretendem facultar um conhecimento mais profundo sobre o Iscte, alargando o olhar a partir da arquitetura e do urbanismo, e deste modo evocar 50 anos de um contínuo encontro salutar entre o Iscte e a cidade. Alexandra Saraiva, investigadora do DINÂMIA’CET-Iscte, especialista na obra de Raúl Hestnes Ferreira, foi convidada a integrar a equipa de trabalho para concretização dos separadores OS EDIFICIOS e O ARQUITETO. Nesse sentido, selecionou a documentação do arquivo de Raúl Hestnes Ferreira depositado na Fundação Marques da Silva, e disponibilizou os conteúdos para os referidos separadores. Esta informação é acompanhada por pequenos vídeos comentados por Alexandra Saraiva e o Vice-Reitor Bernardo Miranda. Visite o site aqui

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