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- Prémio de Sustentabilidade e Investigação
14 de dezembro | 18h00 | Museu da Água/Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos A Ordem dos Arquitectos irá atribuir, em parceria com o Fundo Ambiental, o 'Prémio Obra' ao projeto 'Reabilitação do Espaço Público do Eixo Av. Condestável D. Nuno Álvares Pereira, Av. dos Combatentes e Rua Torres Pinheiro, em Tomar' (ex aequo), da autoria de Paulo Tormenta Pinto.
- Open House Europe SummiT
Construir o Futuro em Conjunto 15 e 16 de Dezembro de 2023 | canal YouTube do Open House Europe . No âmbito da Trienal de Arquitectura de Lisboa, Construir o Futuro em Conjunto — Building Futures Together — serve de mote para o programa deste primeiro encontro anual do Open House Europe, um consórcio que reúne 11 organizações culturais de Vilnius a Lisboa. Dedicado ao tema da sustentabilidade, este programa público que conta com o apoio da Europa Criativa vai abranger três escalas: da macro escala que pretende reflectir como as cidades podem ser mais sustentáveis através das políticas públicas, à escala urbana centrando-se em casos concretos da sua aplicação, passando pela escala do edifício. O debate ' Governação, Arquitectura e Sustentabilidade. Como é que a cidade pode ser sustentável através das políticas públicas?' terá lugar das 17h às 18h30 (dia 15), com moderação da investigadora Sandra Marques Pereira, do DINÂMIA’CET e Sociodigital Lab for Public Policy/ ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. O debate 'Sustentabilidade no Planeamento Urbano', às 10h de dia 16, terá a participação da arquitecta e investigadora do D'C, Mariana Sanchez Salvador. O programa completo do evento encontra-se disponível no site da Trienal de Lisboa .
- O Acto Ciênsivel - Seniores e Arte Digital Apresentação Interdisciplinar
16 Dezembro às 18h00 | Teatro Armando Cortez | Lisboa - Entrada Livre Poderá a arte ajudar a conceber uma vivência sénior com mais qualidade de vida? Como criar experiências digitais mais humanizadas e inclusivas? E pode a inteligência artificial generativa ser um catalisador para representar e evocar memórias, sonhos e novos imaginários? Através de uma perspetiva centrada no ser humano, estas questões foram investigadas por uma equipa interdisciplinar onde se cruzaram competências e conhecimentos numa série de oficinas de desenho, dança, olfato e música, permitindo um espaço de observação e co-criação de arte digital com seniores da Casa do Artista. Foram desenvolvidas experiências que permitiram pessoas com mais de 75 anos a criação de música e visuais generativos através do simples movimento das mãos ou a recriação de memórias passadas através de imagens geradas por IA. Exercícios que podem contribuir para o estímulo cognitivo, motor e social das pessoas séniors. Sábado, dia 16 de dezembro às 18h00 no Teatro Armando Cortez em Lisboa, serão apresentados uma série de pequenos filmes que documentam este processo criativo com a presença dos mentores das oficinas. O evento conclui com uma discussão sobre o impacto do projeto, moderada por Sara Ramos do ISCTE e pela curadora Joana Seguro, com a equipa técnica da Casa do Artista. “O Ato Ciênsivel” é um projeto piloto, experimental e inovador em estreia mundial. Este é um convite que se estende ao público em geral e, ainda, artistas, investigadores, profissionais de saúde, familiares e amigos dos residentes, para celebrarmos um diálogo onde todos possam contribuir! PROGRAMA: ● 18h00 - Mensagem de boas vindas, Direcção da Apoiarte, Casa do Artista ● 18h10 - Introdução ao projecto pelo artista Rudolfo Quintas ● 18h20 - Visionamento curtos filmes sobre as oficinas, realizados por Aya Koretzky com a presença de co-criadores das oficinas para perguntas e respostas: Daphné Bugey, Hugo Marmelada, Joana Reais e Niklas Fricke. ● 19h30 - Conversa sobre impacto, moderada por Sara Ramos e Joana Seguro, com Joana Figueiredo, Diretora de Serviços da Casa do Artista, Ricardo Madeira, Animador Sociocultural da Casa do Artista, Óscar Cruz residente sénior e o público.
- 2ª conferência Anual do Sociodigital Lab for Public Policy
Fotografia: Sofia Rocha Realizou-se nos dias 27 e 28 de novembro a 2ª conferência Anual do Sociodigital Lab for Public Policy (SDLab) do Iscte. Inaugurando o novo edifício Iscte_Conhecimento e Inovação, a conferência teve como lema “Territórios Inclusivos na Transição Verde e Digital” e foi organizada pelas investigadoras Maria Assunção Gato (DINÂMIA'CET-Iscte), Mónica Meireles (BRU-Iscte) e Susana Batel (CIS-Iscte), co-coordenadoras da linha temática 1 do SDLab "Territórios Regenerativos para a Neutralidade Carbónica". Além da intervenção de abertura proferida pela eurodeputada do PCP, Sandra Pereira, a conferência contou com as palestras de dois convidados internacionais, com reconhecido trabalho científico e político no tema; Ricardo Garcia Mira, da Universidade da Corunha, e Patrick Devine-Wright, da Universidade de Exeter. A intervenção dos dois keynote speakers foi complementada por mais 23 convidados e profissionais em diferentes áreas de especialidade, distribuídos por seis mesas redondas cruzando os temas de cada uma das linhas do SDLab com o da conferência. Da transversalidade das discussões ressalva-se a identificação de muitos e difíceis desafios que se impõem em termos de políticas de "transição", bem como as múltiplas desigualdades a superar num caminho que se pretende de "inclusão" e de justiça, tanto ambiental, como económica, social e também laboral.
- Polarização e Vulnerabilidade Urbana - CareTalks #4
A próxima CareTalks refletiremos sobre a condição desigual da Área Metropolitana de Lisboa. Qual a geografia dos contrastes metropolitanos? Quais os territórios e comunidades mais marginalizados no âmbito do planeamento e das políticas públicas? Quais as vulnerabilidades socioeconómicas, ambientais e institucionais implicadas num território cada vez mais polarizado? Estas são algumas das perguntas que procuraremos responder tendo como referência uma tese de doutoramento defendida recentemente.
- Seminário - Como Preparar uma Candidatura às Bolsas Individuais de DOutoramento da FCT
(evento em atualização) A preparação de uma candidatura a bolsas de doutoramento é sempre um processo desafiante. Vão estar à conversa professores/investigadores com experiência em concursos para obtenção de financiamento e doutorandos em economia política que tiveram candidaturas a bolsas aprovadas para falarem sobre o que se deve ter em conta na preparação de uma candidatura. Oradores Luísa Veloso, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa Tiago Carvalho, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa Gonçalo Amado, Doutorando em Economia Política Rita Silva, Doutoranda em Economia Política Local Sala 107 edifício F2, ISEG Organização Doutoramento em Economia Política e DINÂMIA'CET
- ia-riscos-e-promessas-mesa-redonda-debate
Mesa Redonda/Debate Inteligência Artificial: riscos e promessas 29 de novembro | 16h00 - 18h00 Auditório Paquete de Oliveira Iscte - Instituto Universitário de Lisboa Fonte: Organização dos Trabalhos Científicos A “Inteligência Artificial” é hoje um tema de grande actualidade constantemente abordado mos meios de comunicação social. Um exército de trabalhadores científicos ocupa-se nas várias vertentes do trabalho de investigação e desenvolvimento que ao tema dizem respeito. Os centros de decisão políticos, económicos e militares ponderam a melhor forma de tirar partido dos avanços que se vão verificando nesse domínio tecnológico no sentido de melhor servir os seus interesses nem sempre coincidentes com o interesse geral das sociedades humanas em que se inserem e cujos destinos procuram determinar. As extraordinárias possibilidades de alterar ou influenciar o modo de vida e o quotidiano dos cidadãos que todos somos, são uma justificação forte para que se construa e alargue um debate aberto, inclusivo, sobre a natureza e as consequências possíveis do desenvolvimento acelerado a que se assiste no domínio daquilo que se chama “inteligência artificial”. Programa “IA & Democracia” Luís Moniz Pereira Nova School of Science and Technology, Universidade NOVA de Lisboa A IA (“Inteligência Algorítmica”, designação que prefiro a “Inteligência Artificial)” constitui um potencial problema para a democracia, essencialmente por duas ordens de razões: o poder não escrutinado de quem a produz e utiliza, com a capacidade de caracterizar detalhadamente auditórios, permitindo em consequência a manipulação cirúrgica das suas crenças e valores. Sendo o resultado do estudo e desenvolvimento da humanidade em geral, é aproveitada, com vista ao lucro monetário, pela infra-estrutura mundial financeira e respectiva ganância, em que tudo é medido pela dimensão única do retorno, sendo irrelevantes os valores das suas “externalidades” e consequências. Ao invés desses lucros serem estendidos a uma distribuição universal, e a uma diminuição da necessidade do tempo de trabalho individual, por virtude de as máquinas serem afinal escravas de toda a humanidade. Pelo contrário, a aceleração do ritmo de trabalho, a sua disponibilidade intemporal sem contestação, e a sua desvalorização tornam a humanidade mais escravizada, devido à sua cada vez maior competição com máquinas que a superam. "Inteligência Artificial e Controlo de Armamentos: Oportunidades e Desafios" Maria Francisca Saraiva Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade de Lisboa Como tecnologia emergente e disruptiva com múltiplos usos militares, a Inteligência Artificial parece estar no centro de uma nova corrida aos armamentos. Nesta comunicação, exploramos as dificuldades de regulação desta tecnologia, pelas Nações Unidas, no quadro do controlo de armamentos. “Os impactos da IA serão os que as sociedades quiserem”. Ricardo Paes Mamede DINÂMIA'CET-Iscte, Dep. de Economia Política, Instituto Universitário de Lisboa O desenvolvimento recente da inteligência artificial desperta vários receios e há bons e maus motivos para isso. O progresso tecnológico é indissociável do desenvolvimento económico, que proporcionou ao longo dos últimos séculos as condições materiais para a melhoria das condições de vida de grande parte da população. No entanto, a relação entre progresso tecnológico e prosperidade partilhada não é linear nem automática. Não faltam na história exemplos de inovações tecnológicas marcantes que tornaram as sociedades mais desiguais e instáveis. Em última análise, são as sociedades, através das suas regras e práticas, que moldam o modo como as tecnologias as afectam. Com a IA não será diferente: ela poderá ser uma força de desigualdades acrescidas e opressão, ou um instrumento de progresso social. Tudo dependerá do que as sociedades fizerem para isso. “A Língua Natural e a Inteligência Artificial” Irene Pimenta Rodrigues Departamento de Informática, Universidade de Évora A capacidade de usar uma Língua Natural, escrita ou falada, é indiscutivelmente uma manifestação de inteligência e esse fato fez com que a investigação na área da Língua natural estivesse ligada à Inteligência Artificial desde o início da disciplina. Inicialmente, as aplicações mais conhecidas eram a tradução automática e os corretores ortográficos e gramaticais. Estas aplicações usavam recursos desenvolvidos por peritos como dicionários, regras morfológicas e regras gramaticais. Nas últimas décadas, o aumento do desempenho dos computadores, velocidade e espaço (memória e disco), viabilizou o uso de técnicas de aprendizagem automática para construir aplicações com grande impacto na população como o ChatGPT, os assistentes virtuais (o google home ou o Alexa), ou o google translate. O uso de técnicas de aprendizagem automática necessita de uma grande quantidade de dados de qualidade. O fato de nem todas as Línguas terem os mesmos recursos disponíveis (textos, dicionários, dados anotados) cria desigualdade na qualidade das aplicações disponíveis para cada Língua. Coordenação: Ana Maria Silva, Univ.de Évora, OTC. 29 de Novembro, 16:00 às 18:00 horas, participação presencial ou por videoconferência Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, Avenida das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa Edifício 1-Auditório ONE01 – Paquete de Oliveira
- Debate - "Novas formas de Viver"
Novas formas de viver No debate público sobre o problema do acesso à habitação, as cooperativas de habitação em propriedade coletiva têm surgido como uma possível solução para construir uma nova relação entre os habitantes e a sua cidade. O potencial que o modelo encerra e as experiências realizadas noutros países justificam uma reflexão mais aprofundada sobre esta temática, ampliando assim a que é enunciada na exposição Habitar Lisboa . Nesta perspetiva, a Rede Co-Habitar organiza um encontro, em parceria com o jornal a Mensagem de Lisboa e com o DINÂMIA'CET-Iscte, nos dias 24 e 25 de novembro, na Garagem Sul do CCB, que tem como objetivo refletir sobre os desafios que se colocam a estes projetos e os caminhos a desbravar para a sua concretização. Entrada gratuita, mediante inscrição previa até dia 21 de novembro: https://framaforms.org/encontro-novas-formas-de-viver-2023-1695294669 Consultar programa aqui
- Lançamento do Livro "Having a Voice"
Lançamento do livro Having a Voice, coordenado por Pedro Costa e Ricardo Venâncio Lopes vai ter lugar no dia 23 de novembro às 15h30 no Auditório 4 (Ed. Sedas Nunes, canto NE, piso2.) do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa. Having a Voice (Book of Proceedings) , a publicação que reúne várias das apresentações feitas e partilha a experiência, é agora lançada! Inclui ideias e abordagens de Marcia Tiburi, Hugo Cruz, Attaher Maiga, Gerty Dambury, André Amálio e muitos outros. Como referem os coordenadores Pedro Costa e Ricardo Venâncio Lopes, "este livro desafia-nos a estar permanentemente atentos às relações de poder e tensões estruturais para reconhecer a diversidade cultural das comunidades e territórios e garantir que têm voz nas políticas culturais". Na sessão de lançamento estarão à conversa os investigadores Pedro Costa e Ricardo Venâncio Lopes (coord.) e os autores Hugo Cruz e Tiago Mota Saraiva, num debate alargado a todos os presentes. A conferência "Having a Voice / Ter uma voz" reuniu vozes de dois projetos europeus distintos – " Stronger Peripheries: A Southern Coalition " e " Be SpeCTAtive! " – em diálogo com a comunidade artística e cultural de Lisboa e da Moita, para um amplo debate sobre as questões mais relevantes em matéria de participação no campo cultural, com especial enfoque no contexto das periferias. Em 2022 acolhemos em Lisboa gestores culturais, artistas e investigadores, do Sul e do Leste da Europa, mas também do Sul e do Norte globais, e das múltiplas periferias que existem dentro de cada um destes. STRONGER PERIPHERIES: A SOUTHERN COALITION é um projeto europeu de larga escala, liderado pela Artemrede e cofinanciado pelo programa Europa Criativa da Comissão Europeia.









