top of page

Centre for Socioeconomic and Territorial Studies

SEARCH RESULTS

923 results found with an empty search

  • encontro estratégico dos investigadores do DINÂMIA'CET-Iscte

    (iniciativa interna) Consultar programa No dia 23 de Setembro (sábado), a partir das 10h00, vai ter lugar no CCB – Centro Cultural de Belém o encontro estratégico dos investigadores do DINÂMIA'CET-Iscte que tem como objetivo promover um debate alargado para a preparação do Plano Estratégico 2025-29 a submeter na Avaliação de Unidades de I&D 2023-24 da FCT. Em concreto pretende-se discutir um posicionamento capaz de enquadrar, tanto o trabalho que vem sendo desenvolvido, bem como a produção futura do DINÂMIA'CET-Iscte. Este encontro pretende igualmente debater os objectivos estratégicos da investigação do DINÂMIA'CET-Iscte com base na discussão crítica dos desafios societais, na observação de Portugal no contexto multi-escalar, entre a especificidade de realidade interna e a política europeia, na atenção às fontes de financiamento da investigação, nomeadamente as relativas a políticas europeias e na 'organização do conhecimento' como forma de promover a 'transdisciplinaridade' que caracteriza esta unidade de investigação. O programa incluirá a descrição do contexto de avaliação em curso, o balanço sobre os principais projeto e temas desenvolvidos no DINÂMIA'CET-Iscte, a apresentação de um manifesto agregador e vários momentos de discussão promovidos pelos grupos de investigação. Consultar programa

  • Apresentação de livro

    Negociação Fundamentos, Competências e Prática AUTOR: EDUARDO SIMÕES 19 de setembro de 2023 | 18h30 Iscte – Auditório B203 Entrada Livre A apresentação do livro estará a cargo de: Jorge Correia Jesuíno, Professor Emérito do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa António Caetano, Professor Emérito do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa e Professor Catedrático do ISPA SOBRE Este livro é um recurso e guia para profissionais e, simultaneamente, uma fonte útil de sistematização do conhecimento sobre negociação para estudantes, professores e formadores. Eis três razões (entre muitas outras) para lê-lo: • Oferece orientações práticas fundamentadas em conhecimento científico actualizado, apresentadas de forma clara e focada na busca da eficácia negocial. • Aborda áreas frequentemente negligenciadas, mas de extrema importância nos dias de hoje: negociação em grupo e entre equipas, negociação intercultural e negociação online. • Apresenta procedimentos e técnicas de forma sistemática, com exemplos e casos reais ao longo do texto, permitindo melhor compreensão e aplicação prática.

  • Sessão de lançamento da 3ª Edição do doutoramento EPOLDI

    A coordenação do Doutoramento em Economia Política, doutoramento interdisciplinar (Iscte, FEUC e ISEG) tem o prazer de vos convidar para o seminário O que são a economia e a política na economia política? que marca o arranque da sua 3ª edição, no ISEG, assim como de todas as atividades associadas ao doutoramento. A sessão terá lugar no próximo dia 14 de setembro, às 17h, auditório 5 do ISEG, estando aberta a todas as pessoas interessadas.

  • Artigo de Sandra Marques Pereira

    Fotografia de Fernando Mariano Cardeira/Ano: 1968/Local: Quinta do Narigão, Alvalade (Lisboa) DR Ler artigo aqui Formas de habitar nos anos 1960: do campo à cidade Num tempo em que os bairros históricos das cidades eram, na sua maioria, desvalorizados, tanto social como politicamente, os seus edifícios decrépitos eram a casa possível para muitos. Fonte: Jornal Público Ler artigo aqui

  • PALESTRA

    Do Arquivo ao Atlas: infinitos sentidos dos valores culturais da arquitetura No dia 5 de setembro, a Prof.ª Paula André irá proferir uma palestra, que terá lugar no Auditório da FAU/UnB, às 19 horas.

  • Narrativas Visuais da Arquitetura: Modernidade Funcional

    Paula André, Aula Magna, auditório Jayme Golubov, 4 de setembro de 2023

  • Bolsa de Investigação para Mestre - Ciências Sociais e Humanas

    Cuidar d(a) Habitação – Uma abordagem à precariedade habitacional em Portugal através do cuidado pelo desenho Edital completo Ver anúncio na plataforma Euraxess Encontra-se aberto concurso para a atribuição de uma ( 1) Bolsa de Investigação (BI/04/2023) no âmbito do projecto “Cuidar d(a) Habitação – Uma abordagem à precariedade habitacional em Portugal através do cuidado pelo desenho (PTDC/ART-DAQ/0181/2021)”, financiado pela FCT e Coordenado no Iscte pela Professora Doutora Joana Pestana Lages, nas seguintes condições. O concurso rege-se pelas seguintes condições: Áreas Científicas: Ciências Sociais e Humanas Tipo de bolsa: Bolsa de Investigação (BI) para Mestre Prazo de apresentação das candidaturas: O concurso encontra-se aberto de 28 de agosto a 15 de setembro de 2023

  • Ciclo de Visitas a obra do Arquiteto Raúl Hestnes Ferreira

    No próximo dia 9 de setembro, às 15h, terá lugar uma conferência seguida de visita às obras do Arquiteto Hestnes Ferreira em Beja, com a colaboração da investigadora Alexandra Saraiva. Entrada livre, sujeita a inscrição até 08.09.2023 às 12h00 - via telefone ou email da OASRALT.

  • LABORATÓRIO COLABORATIVO: Dinâmicas Urbanas, Património, Artes.IX Seminário de Investigação, Ensino

    A 9ª edição do LABORATÓRIO COLABORATIVO: Dinâmicas Urbanas, Património, Artes terá lugar a 31 de agosto e 1 de setembro de 2023 em Brasília, Brasil. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Brasília Presencial Auditório Jayme Golubov, subsolo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Brasília Virtual Join our Cloud HD Video Meeting Para obter o Certificado de Participação, inscreva-se em: https://sigaa.unb.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/10139 Programa 31 AGOSTO 09:00 (Hora de Brasília) Abertura Lucio Remuzat Renno Junior (Decanato de Pós-graduação da UnB) Paula André (Iscte-Instituto Universitário de Lisboa) Caio Frederico e Silva (Direção da FAU-UnB) Carolina Pescatori (Programa de Pós-graduação, FAU-UnB) Andréa dos Santos (Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas) Luis Sarmento (Instituto de Arquitetos do Brasil, DF) Mônica Andrea Blanco (Conselho de Arquitetura e Urbanismo, DF) Maria Fernanda Derntl (Comissão Organizadora local) DINÂMICAS URBANAS Moderação Paula André 09:15 Território, cultura e resistência: o Centro de Memória da Cultura Negra Graça do Aché em Uberlândia Mariana Cortes Dutra (Universidade Federal de Uberlândia) 09:25 O lazer e a produção da cidade: movimentos insurgentes em Belo Horizonte MG Gabriel Victor Martins de Campos (Universidade Federal de Uberlândia) 09:35 A Teoria do Ator-Rede no estudo histórico da sede do Itamaraty Claudio Comas Brandão (Universidade Federal do Rio de Janeiro) 09:45 Debate /Pausa DINÂMICAS URBANAS Moderação Sofia Aleixo 10:15 A praça como elemento da cidade da arquitetura moderna. Uma comparação entre os projetos de Niemeyer e Corbusier para a ONU (1947) Anderson Dall’Alba (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) 10: 25 Traçando cidades: a Diretoria de Terras e Colonização e os projetos urbanos para o norte do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil Clarissa Maroneze Garcia (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) 10:35 Água e território: planejamento e dinâmicas urbanas na Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá, Brasília – década de 1970 Cátia dos Santos Conserva (Universidade de Brasília) 10:45 Debate/Pausa DINÂMICAS URBANAS Moderação Adriano Tomitão Canas 11:15 Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza: aspectos históricos da instituição, de sua arquitetura e inserção contemporânea na cidade Lívia Maria de Assis Moreira Siqueira (Universidade Presbiteriana Mackenzie) 11:25 Uma tipologia de igrejas nos Açores. Uma particularidade de fachada na ilha de São Miguel e o estudo do seu sistema de proporção, nos séculos XVIII e XIX. Maria Antónia Rocha Vieira (Iscte-Instituto Universitário de Lisboa) 11:35 Análisis histórico comparativo de la forma física y el uso social del espacio público de Zaragoza. Caso de estudio plaza Ariño y plaza Santa Cruz Marta Miret Rodríguez (Universidad Zaragoza) 11:45 Debate 12:15 Almoço PATRIMÓNIO Moderação Rodrigo Santos de Faria 14:15 Do personagem ao coletivo: mudanças operativas na arquitetura contemporânea brasileira Mario Guidoux Gonzaga (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) 14:25 Casa - Museu - Casa: quando a residência moderna se torna museu Marta Cristina F. B. Guimarães (Universidade Federal do Rio de Janeiro) 14:35 Novos modos de morar: arquitetura residencial paulista nos anos 1960 Décio Otoni de Almeida (Universidade Presbiteriana Mackenzie) 14:45 Debate/Pausa PATRIMÓNIO Moderação Pedro Paulo Palazzo 15:15 Quanto vale o patrimônio? Entre a valoração econômica e a valorização sociocultural – um estudo em Porto Alegre José Daniel Craidy Simões (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) 15:25 Os tetos de caixotões em conventos franciscanos no Nordeste brasileiro Rafael Ferreira Costa (Universidade Federal de Pelotas) 15:35 As noras e a irrigação tradicional na região ocidental de Al-Hoceïma, no Rife marroquino Hugo Martins (Universidade de Coimbra) 15:45 Debate/Pausa PATRIMÓNIO Moderação Danilo Matoso Macedo 16:15 As termas da villa romana da Tourega: um sítio patrimonial em risco Ana Figo (Universidade de Évora) 16:25 O Modelo Panóptico: a evolução de um ideal e adaptações ao século XXI Joana Robalo (Universidade de Évora) 16:35 Obra de Raúl Chorão Ramalho no arquipélago da Madeira: um património a conhecer Vanessa Costa (Universidade de Évora) 16:45 Debate/Pausa PATRIMÓNIO Moderação Nadia Mendes de Moura 17:15 O alojamento local e a reabilitação de edifícios habitacionais em Lisboa: exploração a partir de casos na Sétima Colina Marta Vicente (Iscte-Instituto Universitário de Lisboa) 17:25 Da Art Déco à evangelização: a conversão dos cinemas Império e Carioca Gustavo Borges Corrêa (Universidade Nova de Lisboa) 17:35 Debate 18:00 Lançamento da Antologia Ensaios 01 SETEMBRO PATRIMÓNIO Moderação Ruth Verde Zein 09:00 Evolución de la noción y patrimonialización del paisaje, de Europa a Andalucía Ainhoa Maruri Arana (Universidad de Sevilla) 09:10 Plazas de Toros: Cultura, Tradición y Contradicciones Aura Liliana Romero Silva (Universidad de Sevilla) 09:20 O apagamento da Vila Amauri e a segregação planejada em Brasília Átila Rezende Fialho (Universidade de Brasília) 09:30 Debate/Pausa ARTES Moderação Ana Cristina Sousa 10:00 “Jamais os Gregos” Uma jornada pelo universo subjetivo de Francisco Brennand (1927-2019) Tiago Gouveia Mariano (Universidade de Évora) 10:10 O Desenho incontornável na prevalência do gosto italiano. Colecionismo, Circulação de imagens e Tradição Académica em Portugal no séc. XVIII Ana Cristina Machado (Universidade de Évora) 10:20 Espelho de virtudes: a narrativa do teto da igreja de São Bento (Bragança, Portugal) Mara Raquel Rodrigues de Paula (Universidade do Porto) 10:30 Debate/Pausa PATRIMÓNIO Moderação Carolina Pescatori 11:00 Arquitetas e Arquiteturas em panoramas latino-Americanos: uma análise através do conteúdo projetual Mariana Alves Barbosa (Universidade Presbiteriana Mackenzie) 11:10 Elementos Historiográficos Estruturantes. O sujeito que posiciona e os balizadores numéricos que movimentam sete narrativas da história da arquitetura Taís de Carvalho Ossani (Universidade Presbiteriana Mackenzie) 11:20 Contributo para o estudo dos sistemas de regadio históricos da Campina – Faro, Olhão e Loulé Filipe Lacerda Neto (Universidade do Algarve) 11:30 Debate 12:00 Almoço PATRIMÓNIO Moderação Maria Fernanda Derntl 14:00 Tecnologias Digitais para Difusão e Preservação do Patrimônio Arquitetônico – A experiência modernista do CTA- Centro Tecnológico da Aeronáutica, em São José dos Campos, Brasil. Fábio de Almeida (Universidade Presbiteriana Mackenzie; Universidade do Vale do Paraíba) 14:10 Augusto Roquemont, 1804-1852. Os retratos de poder e o poder do retrato. Ana Paula Bandeira Morais (Universidade de Évora) 14:20 Ínsula Cova do Vapor. Construir o limite e habitar a ilha. Maria Inês Franco (Universidade de Lisboa) 14:30 Debate/Pausa Moderação Paulo Simões Rodrigues 15:00 E Depois da Metamorfose: O Tempo e a Durabilidade Cultural na Arquitectura. Carolina Claro (Universidade de Lisboa) 15:10 À descoberta do Espaço: Estudo do Espaço Arquitetónico a partir da Pintura de Vieira da Silva Matilde Aleixo (Universidade de Lisboa) 15:20 Debate 15:40 Encerramento 02 SETEMBRO 10:00 Visita à Embaixada de Portugal, orientada pela Profa. Elane Peixoto (FAU-UnB) ORGANIZAÇÃO

  • Comunicado Núcleo de Investigador@s do Iscte

    Divulgação DINÂMIA'CET-Iscte do Comunicado do Núcleo de Investigador@s do Iscte + descarregue aqui o comunicado Quem somos? O Núcleo de Investigador@s do Iscte foi criado no período de contestação que levou à aprovação da Norma Transitória (DL57/L57), tendo sido reativado no início deste ano face à necessidade de acompanhar os desenvolvimentos decorrentes da sua aplicação. Somos um grupo informal, constituído por uma comissão organizadora que conta com representantes de todas as unidades de investigação do Iscte. No seu conjunto, identificamos até à data pelo menos 103 investigador@s doutorados em todas as áreas científicas e com todo o tipo de vínculo laboral ou mesmo ausência deste à data de hoje. Do total, 88% não tem vínculos permanentes, e muitos trabalham nessas condições há mais de 20 anos em ciência. A nível nacional estão nas mesmas condições pelo menos 75% dos cerca de 2000-3000 trabalhadores em ciência estimados. No Iscte, mais de 80 investigadores aderiram de forma ativa ao Núcleo de Investigador@s. Que caminho que percorremos até aqui? Desde os finais dos anos 90 do século passado, observou-se um enorme investimento no sistema científico nacional, com o desenvolvimento de mestrados e doutoramentos nas Instituições de Ensino Superior, criação e crescimento de unidades de investigação, aceleramento na produção científica e sua internacionalização, mais financiamento de projetos das políticas nacionais, europeias e internacionais. Este caminho não poderia ter sido feito sem três gerações de investigadores dedicados ao trabalho científico, na sua larguíssima maioria com vínculos precários de trabalho ao longo do seu percurso profissional, sem reconhecimento de direitos laborais, sempre em colaboração com os docentes. É inequívoco que o desenvolvimento da produção científica NUNCA chegaria ao patamar atual sem os trabalhadores de ciência precários. Esses mesmos trabalhadores sempre se submeteram a concursos competitivos para poder assegurar o pagamento de alguma remuneração temporária. Mais, recai sobre estes um contributo muito significativo na criação de cursos de mestrado e doutoramento, a lecionação de aulas no ensino superior, a orientação de alunos de mestrado e doutoramento. Em 2016/2017 foi reconhecido que o enorme número de investigadores doutorados no país não poderia ter como vínculo de trabalho principal bolsas de pós-doutoramento, com ínfimos direitos laborais, e que era fundamental adotar medidas que contribuíssem efetivamente para contrariar a precariedade dos vínculos instalada nas Instituições de Ensino Superior. A medida criada era paliativa: contratos a termo de 6 anos, que implicam avaliações bianuais minuciosas da qualidade do trabalho desempenhado durante esse tempo. Esta medida foi aplicada a um número muito significativo de investigadores a nível nacional. Contudo, previa no final dos 6 anos a obrigatoriedade de abertura de concursos internacionais competitivos para lugares efetivos, de carreira, a que todos os investigadores poderiam concorrer, o que parecia ir no sentido da afirmação da carreira de investigação com a efetiva concretização do fim dos vínculos precários anunciada pelo Governo como o seu grande objetivo. Paralelamente, os concursos competitivos para projetos de investigação diminuíram, sobretudo para os investigadores seniores, e em 2022 abriram-se pouquíssimos lugares de carreira, ao abrigo de uma medida específica. O que propõe agora o MCTES? Os contratos celebrados ao abrigo do DL57/L57 (Norma Transitória) terminam em 2024 e 2025 (e os do CEEC nos anos seguintes). Quando se esperava que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) adotasse medidas que concretizassem o objetivo do Governo de luta contra a precariedade e que desse cumprimento ao que a lei determina (Lei 57/2017, art. 6º) quanto à obrigatoriedade de abrir concursos para a contratação efetiva, o que o ministério da ciência vem propor é um programa que constitui uma viragem na política científica de que resulta um autêntico retrocesso face ao DL57/L57 e a manutenção dos vínculos precários . Com o programa FCT Tenure recentemente anunciado pela ministra da ciência, o Governo: · Desresponsabiliza-se pela criação da carreira de investigação: a diminuição do financiamento de contratos de 5 ou 6 anos para 3 anos a 50% implica um óbvio retrocesso por comparação aos contratos laborais temporários existentes neste momento. · Adicionalmente, ao pôr em pé de igualdade docência e investigação, a proposta do MCTES coloca em causa de forma evidente a implementação e desenvolvimento da carreira de investigação que vinha sendo implementado nas Instituições de Ensino Superior. Há várias instituições do ensino superior em situação de subfinanciamento criada pela aplicação da lei de financiamento lhes (é o caso do Iscte), para além de que não dispõem de verbas para a investigação; o que levou a que decidissem não abrir qualquer posição de carreira (de investigação) – a não ser que o determinado no DL57/L57 seja cumprido através do financiamento inscrito no orçamento de estado, como acontece com a carreira de docência. Consequentemente, a ser aprovada a atual proposta de programa FCT Tenure, ficará por cumprir a lei , deixando os investigadores, sobretudo aqueles que dedicaram a sua vida ao trabalho de ciência, sem quaisquer possibilidades concretas de continuar a exercer as atividades de investigação e vendo goradas as possibilidades justamente abertas com o DL57/L57 de, finalmente, pôr fim ao vínculo precário, com a abertura de concursos para integração na carreira de investigação. Este é o cenário que se aplica no nosso caso. Qual é a nossa posição? Exigimos a alteração da atual proposta de programa FCT Tenure de modo a que assegure o cumprimento do DL57/L57! Para nós é inequívoco que o desenvolvimento sustentando das carreiras de investigação, e o cumprimento da lei, no imediato e a longo termo, só é possível a partir do orçamento de estado. O não financiamento pelo orçamento de estado da carreira de ciência não só é insustentável, como, a verificar-se, criaria uma exceção inaceitável entre os trabalhadores da administração pública. Por exemplo, o que nos é oferecido pelo MCTES é o equivalente a afirmar que os hospitais públicos passariam a ter de pagar os médicos com financiamentos próprios! Exigimos que a Agenda do Trabalho Digno também nos seja aplicável, e que não continuemos a ser uma exceção a este respeito. Os mais de 20 anos que muitos de nós dedicaram a trabalhar na ciência - com a promessa de desenvolvimento sustentável do sistema científico nacional - não podem agora resultar num retrocesso e incumprimento da lei! , e ainda mais num regresso ao financiamento do trabalho em ciência que vivenciamos no início dos anos 2000. Não podemos aceitar que alimentem as ilusões dos atuais jovens investigadores, como o fizeram para nós, há 20 anos atrás, com contratos precários e promessas de uma carreira de investigação que parece, afinal, não se querer concretizar. O Núcleo de Investigador@s do Iscte

bottom of page