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- Workshop Colaborativo - Viver, trabalhar, cuidar
12 de julho | 14h - 17h Centro de Informação Urbana de Lisboa Entrada livre. Inscrições em: www.dinamiacet.iscte-iul.pt/hybgen Convida-se estudantes, investigadores, profissionais em planeamento e outros intervenientes e utilizadores da cidade para o Workshop Colaborativo HYBGEN . O objetivo é discutir alguns dos atuais desafios e oportunidades que a cidade de Lisboa coloca à sua população perante as exigências da transição ecológica e do cuidado verde urbano, com especial destaque para os jovens adultos que enfrentam especiais dificuldades no acesso à habitação e ao trabalho. Este workshop colaborativo integra o projeto HybGen , no âmbito da iniciativa bilateral entre Lisboa e Oslo, financiada pela EEA Grants Portugal. Será moderado e facilitado por Maria Assunção Gato e Elisabete Tomaz, investigadoras do DINÂMIA'CET-Iscte, Instituto Universitário de Lisboa. MAIS INFORMAÇÕES Os jovens adultos (20-35 anos) tendem a ser mais propensos à adoção de novas tendências e estilos de vida passíveis de serem caracterizados como híbridos, na medida em que articulam flexibilidade, mobilidade e digitalização para compor novas respostas aos desafios que enfrentam atualmente, sobretudo em matéria de habitação e trabalho. Para além das dificuldades no acesso à habitação e a um emprego estável e com um salário digno, os jovens adultos estão também a ser confrontados com a necessidade de dedicar mais atenção à transição ecológica e a adotar uma série de comportamentos que vão exigir mudanças e compromissos substanciais nos estilos de vida. Apesar dos correntes debates em torno da hibridização, permanece a incerteza sobre a forma como este conceito se manifesta nos estilos de vida dos principais protagonistas destas tendências, em cidades tão distintas como Lisboa e Oslo. Adicionalmente, não é claro como estes estilos de vida se cruzam com os desafios que a transição ecológica coloca ao planeamento urbano, nem qual a perceção sobre a necessária mudança de comportamentos. Este é um dos principais objetivos do HybGen e será fundamental contar com o contributo de participantes muito diversos neste Workshop.
- CONFERÊNCIA - Habitação Colectiva de Álvaro Siza
No próximo dia 11 de julho a partir das 09h30 vai ter lugar no Edifício 4 Iscte, no Auditório A306, uma conferência onde será feita a apresentação dos resultados do projecto SIZA_3CITY - Habitação colectiva de Álvaro Siza: projetos, contextos e vivências (Porto-Lisboa-Nova Iorque) , coordenado por Sandra Marques Pereira . Esta conferência conta com a participação de Sharon Zukin (CUNY Graduate Center e Brooklyn College - USA) e Sabrina Bresson (ENSA Paris Val de Seine, CRH-LAVUE - FR). Programa 9:30_Abertura Paulo Tormenta Pinto (DINÂMIA’CET-Iscte) 9:45_Apresentação do Projecto Sandra Marques Pereira (DINÂMIA’CET-Iscte) e Alexandra Alegre (CiTUA, IST) 10:15_Bairro da Bouça: da Revolução à Patrimonialização Idalina Machado (ISSSP), Sandra Marques Pereira (DINÂMIA’CET-Iscte), Hélder Alves (ISSSP), Tânia Lemos (DINÂMIA’CET-Iscte ) e Leandro Arez (CiTUA, IST) 10:45_Terraços de Bragança: Processo e Diálogos Alexandra Alegre (CiTUA, IST) e Leandro Arez (CiTUA, IST) 11:15_Coffee Break 11:30_Mais um Pritzker em Nova Iorque: o edifício-escultura e a construção da marca Siza Sandra Marques Pereira (DINÂMIA’CET-Iscte), Tânia Lemos (DINÂMIA’CET-Iscte), Alba Presencio (NOVA FCSH) e Fábio Rodrigues Correia (DINÂMIA’CET-Iscte) 12:00_Mesa Redonda - Diálogos entre as Ciências Sociais e a Arquitetura Moderação: Teresa Costa Pinto (DINÂMIA’CET-Iscte) e João Appleton (CiTUA, IST) Oradores: Maria Assunção Gato (DINÂMIA’CET-Iscte), Paulo Tormenta Pinto (DINÂMIA’CET-Iscte), Teresa Heitor (CiTUA, IST) e Virgílio Borges Pereira (FLUP) 13:00_Almoço 14:30_Sociologia da Arquitectura: elementos de referência para um percurso de pesquisa Virgílio Borges Pereira (FLUP) 15:15_Triangulações: Um percurso pelas casas de Siza a partir de uma entrevista de Eduardo Souto de Moura (2005) Ana Vaz Milheiro (DINÂMIA’CET-Iscte) 16:00_Coffee Break 16:30_Superstar Architects and Market Value: A View From New York Sharon Zukin (CUNY Graduate Center e Brooklyn College) — Online 17:00_A Social History of the Maison Radieuse by Le Corbusier (1955-2015) Sabrina Bresson (ENSA Paris Val de Seine, CRH-LAVUE)
- Seminário - O Direito a brincar no espaço público.
Perspectivas multidisciplinares sobre como planear e desenhar a cidade com a criança no centro das questões urbanas 27 de Junho - 11:00 -12:30 | Online Meeting ID: 998 8629 5232 Password: 366113 Na próxima quinta-feira, 27, decorre um seminário com o foco na relação entre o Direito a brincar e o Direito à cidade, o planeamento e o desenho da cidade contemporânea com a criança no centro das decisões, e as boas práticas de promoção do brincar livre no espaço público em todos os contextos. Tendo uma perspectiva multidisciplinar, será o Seminário #1 de um Ciclo de conversas online gravadas/webinares com o objetivo de trocar experiências, partilhar conhecimento, e dar suporte e obter insights para a investigação de doutoramento em curso, intitulada “A Brincar: construção do cidadão no espaço público”, pela doutoranda e investigadora assistyente do DINÂMIA’CET, Luana Silva Monte do Nascimento. Para esta sessão, contamos com a presença de 4 convidadas com formação e experiência nas áreas da sociologia da infância, educação, design, e promoção do brincar livre no espaço público. A sessão tem 90 minutos de duração e consistirá em duas rondas de perguntas e respostas às convidadas: Rosa Leite Madeira Professora Auxiliar Universidade de Aveiro Gabriela de Pina Trevisan ProChild CoLAB Ana Rita Fonseca Associação 1,2,3… Macaquinho do Xinês e Brincapé/Consórcio do Brincar Camila Andrade Investigadora e Doutoranda na área do Design moderação Luana Nascimento
- Community Land Trust (CLT) - Sessão de apresentação
Na próxima quinta-feira , 27, decorre uma sessão especial onde será apresentado o modelo inovador de Community Land Trust (CLT), uma solução que ainda não existe em Portugal, mas que tem vindo a crescer significativamente por toda a Europa continental nos últimos anos. O CLT é um modelo não-especulativo que se foca em garantir a acessibilidade e a sustentabilidade da habitação de forma permanente. Este modelo está a ser adotado com sucesso em várias cidades europeias, como Bruxelas, Londres e Amsterdão, onde tem demonstrado ser uma alternativa viável para enfrentar a crise de habitação. Data: 27 de Junho Hora: 18:00 -19:30 Local: Sala de Conferências do IGOT-ULisboa - Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa R. Branca Edmée Marques, 1600-276 Lisboa https://maps.app.goo.gl/zsFua2DjsXopPEtF7 Para esta sessão, contamos com a presença de Tarcyla Fidalgo, que nos falará sobre o seu trabalho a partir do Rio de Janeiro, nomeadamente a partir de territórios já construídos, o que permitirá fazer várias pontes com a situação em Portugal. O modelo do ‘Community Land Trust’ no desenvolvimento comunitário e urbanístico de comunidades autoconstruídas possibilidades a partir do Sul Global. ____________________________________________________________ Sobre a oradora Tarcyla Fidalgo Ribeiro Doutora em Planejamento Urbano e Regional pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Mestra em Direito da Cidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pós graduada em Política e Planejamento Urbano pelo IPPUR/UFRJ e em Sociologia Urbana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Possui graduação em Direito também pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de direito público, direitos reais, economia política, sociologia urbana e planejamento urbano, com ênfase em direito urbanístico, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas públicas, regularização fundiária, propriedade, financeirização, community land trusts (termo territorial coletivo) e comuns urbanos. Pesquisadora do Observatório das Metrópoles - Núcleo Rio de Janeiro. Membro do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico, da Red de Centros de Estudio en Desarollo Urbano - REDEUS, da rede Properties in Transformation e da rede CUAL - Comuns Urbanos na América Latina. Conselheira do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico. Coordenadora do Projeto Termo Territorial Coletivo na ONG Comunidades Catalisadoras. Membro da diretoria do Center for Community Land Trust Innovation.
- Call for expressions of interest for the position of Scientific Project Manager for the ArchLabour research project
The Associação Iscte Conhecimento e Inovação – Centro de Valorização de Transferência e Tecnologias , through its Research Unit DINÂMIA'CET-Iscte, Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território , invites expressions of interest from individuals whose scientific and professional curriculum is of potential relevance to work on the project "ArchLabour – Architecture, Colonialism and Labour. The role and legacy of mass labour in the design, planning and construction of Public Works in former African territories under Portuguese colonial rule" [101096606], funded by the European Research Council Advanced (2024-2028), provided that the following conditions are met: 1. Master’s degree in Architecture; 2. Evidence of experience in research, with recognition of merit from national or international institutions; 3. Demonstrated interest in the thematic area of the project; 4. Excellent proficiency in both English and Portuguese; 5. A proactive attitude, critical thinking, and a spirit of initiative, with an interest in joining international and multidisciplinary teams; 6. Demonstrated knowledge of the legal framework and administrative procedures about European Union funding for research projects. For more information download PDF (ENG) (PT) Read full Call in Euraxess
- Projeto de investigação sobre as transformações da habitação colectiva de Siza nas últimas 5 décadas apresenta os resultados no Porto
Apresentação dos resultados do Projecto de Investigação Habitação colectiva de Álvaro Siza: projetos, contextos e vivências (Porto-Lisboa-Nova Iorque) DINÂMIA’CET/ ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e CiTUA/ Instituto Superior Técnico 22 de Junho às 19:00 no Bairro da Bouça, Porto Entrada Livre Sobre o projeto O objectivo geral do projeto é o estudo das transformações da habitação colectiva de Siza nas últimas 5 décadas, privilegiando a análise articulada dos: a) projetos (habitação social/promoção privada) e respectivas condições sociais e urbanas de enquadramento; b) seus habitantes e da relação que estes desenvolvem com o espaço projetado. A pesquisa seguiu uma metodologia intensiva: estudo comparado de 3 casos/projetos de habitação colectiva de Siza. Cada projeto representa um momento particular da vida profissional do arquiteto a que corresponde um momento particular da sociedade e cidade; os 3 em conjunto, e a sua sequência temporal, representam simultaneamente a trajetória individual de Siza (parte dela) e a da sociedade e cidade contemporâneas. Os casos são: 1º Bouça/Porto - lançado após a Revolução 1974. Simboliza a Revolução, Arquitetura e o Direito à Cidade quando esta estava em decadência; 2º Terraços de Bragança – Chiado, Lisboa, lançado nos anos 1990. Simboliza o boom do imobiliário nacional, arranque da modernização e a procrastinação do renascimento urbano; 3º Edifício 611 West 56th Street – Hell’s Kitchen, Nova Iorque, lançado nos anos 2010’s. Simboliza a híper-globalização, ascensão da cidade, financeirização do imobiliário e incontestabilidade do valor da autoria arquitectónica. A maior inovação da proposta está na sequência temporal destes 3 casos que nos permite responder às seguintes questões: o que mudou na produção e na apropriação nas casas de Siza e em que é que essas mudanças se relacionam com mudanças sociais e com o percurso do arquiteto? Quem promove as habitações nos diferentes períodos e locais e para quem? Quais as diferenças/semelhanças formais, funcionais e contextuais dos diferentes projetos? Como é que as transformações do contexto urbano impactam na ocupação das habitações em termos sociais, usos e valor? Qual o perfil social dos seus habitantes, sua evolução e diferenças intre projetos? Como é que esses diversos habitantes vivem (n)as casas de Siza? Porque vivem e o que significa viver nas casas de Siza-Pritzker?
- Vulnerabilidades no contexto das migrações: desafios da ação pública em contexto urbano
Editorial: Alexandra Castro Newsletter DINÂMIA'CET-Iscte #85 O tratamento da temática das migrações pelo lado das questões urbanas, não esquecendo as questões humanitárias e da pobreza e exclusão social, traz elementos importantes de compreensão do fenómeno, pois permite-nos questionar a ação pública, em termos d o regime de “hospitalidade”, no sentido de Anne Gottman (2001), que se pretende instalar. Entenda-se este regime pelo conjunto de regras e práticas que permitem às autoridades públicas selecionar os seus hóspedes e supervisionar a sua estadia, rejeitando outros, ou seja, os indesejáveis. A Agência para a Integração, Migrações e Asilo, I. P. (AIMA) (criada em junho de 2023), colocando sob a sua alçada as competências do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e as do Alto Comissariado para as Migrações, ainda está a fazer o seu caminho para que, efetivamente, se consiga responder ao desafio da “promoção de canais de migração regulados e seguros[e] de se garantirem condições dignas e inclusivas de integração dos cidadãos estrangeiros, respeitando a sua diversidade, bem como de se assegurar o acolhimento e integração tanto de migrantes como de requerentes beneficiários de proteção internacional — asilo e proteção subsidiária — e proteção temporária” (Preâmbulo, Decreto-Lei n.º 41/2023, 2 junho). No entanto, neste curto caminho já foi possível identificar várias fragilidades, nomeadamente nos sistemas de controlo de fronteiras, na incapacidade operacional de se proceder à análise de processos, na falta de orientação específica sobre o tipo, dimensão e duração de apoios sociais para as pessoas em situação irregular, entre outros. No Plano de Ação do Conselho da Europa sobre a proteção das pessoas vulneráveis no contexto das migrações e asilo na Europa (2021-2025) esta proteção implicaria que a identificação das vulnerabilidades fizesse parte do sistema de acolhimento e que fossem implementadas alternativas à detenção. Entende-se que é da responsabilidade das autoridades nacionais, com base na legislação nacional e nas obrigações internacionais, identificar eficazmente, caso a caso, as vulnerabilidades dos recém-chegados e fornecer-lhes, se necessário, orientações, assistência, informação e proteção exigidas durante os procedimentos de migração e asilo. Implicaria também ter presente que existem temas transversais, como os direitos das crianças, os direitos das mulheres, o trabalho com jovens, a integração intercultural e a participação democrática, o que requer, efetivamente, um esforço conjunto de vários setores. (...) os Estados-Membros devem pôr em prática estratégias nacionais para garantir que têm capacidade para gerir um sistema eficaz de asilo e migração que respeite o direito da União Europeia e as obrigações jurídicas internacionais. Entretanto, entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, no quadro da União Europeia, surgem novos enquadramentos legislativos para uma reforma do sistema de asilo e migração (que constituem o Pacto em matéria de Migração e Asilo). Neste sentido, os Estados-Membros devem pôr em prática estratégias nacionais para garantir que têm capacidade para gerir um sistema eficaz de asilo e migração que respeite o direito da União Europeia e as obrigações jurídicas internacionais. A reorientação de estratégia no plano das migrações, iniciada em meados de 2023, parece ter dado sinais de um modelo de abertura e inclusão para o qual não existiam, ainda, mecanismos de resposta a fluxos tão intensos e não programados de migrantes mais vulneráveis. E um problema organizacional conduz a uma solução na reorientação política por via da aprovação, em junho de 2024, de um Plano de Ação para as Migrações, com quatro eixos e 41 medidas, importando avaliar o impacto económico e social das medidas que tendem a dificultar o acesso à regularização. Entre reconfigurações governativas, organizacionais, legislativas e de planeamento, é sabido que a ação pública se constitui como um dos quadros determinantes da experiência migratória. Também é sabido que são raras as pessoas que abandonam os seus projetos migratórios. Aqueles que não integram as vias ou esquemas de integração ficam fora do circuito, tanto em termos de situação administrativa, como de permanência, continuando a ocupar terrenos ou edifícios sem terem a possibilidade de acesso a quaisquer direitos e correndo riscos de ficarem à mercê de quem pode lucrar com a clandestinidade. Se existem questões que têm de ser locais, e resolvidas em contextos específicos, quando falamos da mobilização ou de restrições de recursos, passamos a uma questão multinível e multissectorial. Depois de mais de 30 anos em que a erradicação de barracas da cidade de Lisboa parecia ser uma realidade, voltam a surgir ocupações do espaço público e reaparecem abordagens construtivistas para a ação pública. Como fazer, torna-se a questão essencial. No entanto, as soluções, até agora não andam muito longe daquilo que se vem fazendo há mais de 50 anos, como é o caso das diversas modalidades de alojamento de urgência ou temporário, como os centros de acolhimento, os centros de instalação, os albergues noturnos, os parques nómadas ou centros de estágio habitacional, as aldeias de inserção e outras que vão acolhendo, com diferentes propósitos, pessoas em situação de sem abrigo, mas com perfis sociais e culturais muito distintos. Daí se falar da ocupação do espaço público como um objeto de fronteira, não só por se tratar de um objeto que faz fronteira, mas também por ter de ser tratado numa relação entre municípios, regiões e países, numa real cooperação multilateral. Esta complexificação multinível reflete-se, a nível local, nas modalidades da ação, pois os projetos passíveis de serem implementados não vêm acompanhados de um receituário. Face a recursos que são sempre esc assos, qualquer diagnóstico de uma situação local origina diversos questionamentos de como fazer. No entanto, há soluções que à partida tendem a ficar condenadas por não gerarem equilíbrios, como é o caso de centros de acolhimentos para albergar um número elevado de pessoas face a dimensão da população de um determinado território e à capacidade de gestão de percursos de integração que se querem centrados nas pessoas. Porém, as cidades são o palco privilegiado para lidar com a diversidade e com eventuais conflitos pelo que importa desenvolver estratégias e instrumentos que promovam a interação entre diferentes grupos no espaço público, a participação e percursos de integração social geradores de equidade. A diversidade deve ser encarada de forma positiva e como um recurso e os modelos de governança, as instituições e os serviços devem adaptar-se às necessidades da população, independentemente da sua nacionalidade, origem, língua, religião ou condição social.
- “Your Church” Cultural Weekend (Kirken Din_Kulturhelg) – transHERITAGE Project – 7/9 ofjune 2024
The next stage of the Transheritage project will take place between the 7th and 9th of June, and will bring together, once again, the two teams, this time in Fana (Norway). These will be days to share knowledge and experiences between Mediterranean and northern Europe territories, with have diverse religious, cultural traditions and collective memories that enrich knowledge around religious heritage and allow us to think and define possible paths for its change. The program includes a seminar and a talk at the University Museum of Bergen, a walk/pilgrimage from Nøttveit to Fana Church, crossing Smørås mountain, and various activities around the church. [Versão Portuguesa] Fim-de-Semana Cultural “A tua Igreja” (Kirken Din_Kulturhelg) – Projeto transHERITAGE – 7/9 de junho de 2024 A próxima etapa do projeto Transheritage terá lugar entre 7 e 9 de junho, juntando, mais uma vez as duas equipas, desta vez em Fana (Noruega). Irão ser dias de partilha de conhecimento e de experiências entre os territórios mediterrânicos e os do norte da Europa, que possuem tradições religiosas, culturais e memórias coletivas muito diversas que enriquecem o conhecimento em torno do património religioso e permitem pensar e definir possíveis caminhos para a sua transformação. O programa inclui um seminário e conversa na University Museum of Bergen, uma caminhada/peregrinação desde Nøttveit até à Igreja de Fana, atravessando a montanha de Smørås e várias atividades em torno da igreja.
- Lançamento da Revista Passagens lança o 4º Número: "Observar o emprego jovem - espacialidades e contextos"
No próximo dia 7 de junho às 17:30 vai ter lugar no Auditório da Biblioteca Nacional o lançamento do 4º número da Revista Passagens. O lançamento conta com a participação de Paulo Marques e dos editores, Paulo Tormenta Pinto e Alexandra Saraiva e contará com a presença do Vice-Reitor do Iscte para Investigação, Prof. Jorge Costa. A revista PASSAGENS pretende reforçar a dimensão transdisciplinar da Investigação produzida no Centro de Estudos Sobre a Mudança Socioeconómica e o Território - DINÂMIA’CET-Iscte. Este 4º número, intitulado ‘Observar o emprego jovem - espacialidades e contextos’, foi construído com a colaboração de Paulo Marques, coordenador do Observatório de Emprego Jovem do Iscte. Na primeira parte são publicados quatro artigos centrados nos principais eixos temáticos – desemprego jovem, qualidade de emprego dos jovens, e políticas de emprego dirigidas aos jovens. Na segunda parte revisitámos o projeto exploratório da artista Fernanda Fragateiro intitulado ‘Massa Vegetal’, de 2003. Como conclusão, é estabelecido um cruzamento entre as questões do emprego jovem e sua espacialização nas dinâmicas da cidade e dos seus agentes, explorando-se os contextos laborais e o discurso direto dos jovens trabalhadores, Neirita Moreira, Rita Ferreira, Francisco Moura Veiga, Joe Paton, Rita Gorjão Henriques e Sebastião Rebolo. O 4º número da PASSAGENS foi editado por Paulo Tormenta Pinto, Alexandra Saraiva e Patrícia Bento d’Almeida, tendo sido publicado pela Caleidoscópio.
- Manifestação de Interesse para o Projeto de investigação “INITIATE”
Candidaturas até 31 de maio de 2024 O DINÂMIA’CET-Iscte do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa procura um(a) investigador(a) para integrar a equipa do projeto “INITIATE-Supporting European R&I Through stakeholder collaboration and institutional reform” como investigador(a) auxiliar a 90% por um período de 24 meses. O INITIATE é um projeto europeu que tem por objetivo melhorar a excelência científica e a valorização do conhecimento nas universidades europeias através da circulação de conhecimento e da cooperação entre as universidades e os ecossistemas locais. Através da inclusão de stakeholders relevantes e de uma abordagem de co-design, o INITIATE propõe uma estratégia para a transformação institucional tendo em consideração as necessidades e recursos específicos de cada instituição, levando também em conta fatores externos, como barreiras políticas, boas práticas de outras iniciativas e oportunidades de colaboração com outras instituições. Através de um processo iterativo e da criação de Laboratórios de Investigação & Inovação (I&I), apoiados por ferramentas online, como o Knowledge Hub, o INITIATE desenvolverá recomendações políticas para estimular o desenvolvimento de I&I e promover a excelência científica nos designados widening countries. A abordagem do projeto será demonstrada na Croácia, em Portugal e na Macedónia do Norte, culminando num roteiro para a adoção a longo prazo de estratégias de I&I noutros widening countries, bem como a formação de uma Aliança para a Transição Energética Verde, garantindo a sustentabilidade a longo prazo dos resultados do INITIATE. O/A candidato/a deverá ter o seguinte perfil: Doutoramento em Gestão ou Economia, com especialização nas áreas da transição energética, sustentabilidade ou economia verde. Experiência de pelo menos 2 anos de investigação em projetos com financiamento, nacionais ou europeus. Bom domínio de metodologias de investigação quantitativas e qualitativas. Capacidade de trabalho em equipa e de cooperação. Autonomia e capacidade de planeamento. Envie-nos a sua manifestação de interesse acompanhado do currículo vitae e carta de motivação para concursos.dinamiacet@iscte-iul.pt até ao próximo dia 31 de maio de 2024. Mais informações sobre o projeto em: https://cordis.europa.eu/project/id/101136775









