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Centre for Socioeconomic and Territorial Studies

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  • Estudo promovido pelo ISCTE no Alto da Barra

    Em fevereiro deste ano, o DINÂMIA’CET do ISCTE iniciou um inquérito aos residentes do Alto da Barra no âmbito de um projeto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia – FCT. O projecto visa comparar urbanizações de várias cidades a nível internacional: Lisboa, Milão, Antuérpia, Luanda e Macau. Em Lisboa, o caso escolhido foi o Alto da Barra. Na sequência da COVID-19 o inquérito, que estava a ser realizado porta a porta, teve que ser interrompido. Para que o projeto seja concluído com sucesso, é fundamental retomar a sua realização. Parecendo-nos inviável retomar o inquérito porta a porta, optámos por fazê-lo por via telefónica ou online. O inquérito deve ser preenchido aqui por residentes do Alto da Barra, maiores de idade, e apenas um por agregado familiar/apartamento. Se preferir a via telefónica ou para qualquer informação adicional, por favor ligue para José Constantino Costa da Consulmark (938991969), a empresa que está a aplicar este inquérito, ou envie um e-mail para j.costa@consulmark2.pt . Concluída a investigação, os seus resultados serão apresentados aos residentes. O seu contributo é muito importante. Pedimos-lhe que preencha o questionário, que estará disponível até ao dia 12 de junho, e que o divulgue entre os seus contactos pessoais, também residentes no Alto da Barra. Muito obrigado! http://inqueritos.consulmark.webtuga.net/index.php/529581?lang=pt#

  • Inquérito sobre Habitação e o COVID-19

    Equipa de investigadores do DINÂMIA'CET-Iscte lança inquérito sobre habitação em contexto do estado de emergência e do surto epidémico COVID-19. As medidas de confinamento e a quebra dos rendimentos na sequência da COVID-19 fazem da habitação um dos temas-chave para avaliar os impactos desta pandemia. O DINÂMIA´CET - Iscte lançou este inquérito que explora os impactos da COVID-19 na habitação a 4 níveis: 1. ​Eventual mudança de residência na sequência da pandemia e condições habitacionais nas circunstâncias atuais de confinamento 2. Capacidade de cumprimento de obrigações contratuais: rendas e empréstimos ​bancários 3. ​Interrupção ou alteração de planos de mudança de casa  4. Adesão e conhecimento sobre as medidas políticas implementadas e recurso aos apoios disponibilizados O questionário está disponível aqui

  • Towards a necessary sustainable urban planning

    Open Call for Proposals - Thematic dossier of CIDADES: Comunidades e Territórios Editors: Teresa Marat-Mendes and Patrícia Bento d’Almeida The editors of CIDADES: Comunidades e Territórios Journal invite authors to submit articles, which address the territory as an opportunity for a sustainability transition, in its most varied domains and scales of approach. What changes, what planning and governance approaches, and what scales of intervention are necessary for such transition? Is this a new debate about the territory within technical and scientific research? What research approaches are being developed today? The deadline for full papers submission is 1st July 2020 . Papers should be submitted through the CIDADES: Comunidades e Territórios online platform. The submission should mention the title of the thematic dossier. Articles can be prepared in Portuguese or in English and must respect the journal's editorial conventions (available at https://revistas.rcaap.pt/cct/information/authors). All submissions will be reviewed by independent experts in accordance with the peer review model of the journal. Publication of the thematic dossier is planned for December 2020. Call ENG Call P T

  • Call for papers

    European Conference on the Impact of AI and Robotics (ECIAIR) + info The European Conference on the Impact of AI and Robotics (ECIAIR) aims to develop into a key forum where natural scientists, social scientists and practitioners come together to envision the future of society in the context of advanced AI and Robotics. We also welcome contributions from philosophers reflecting on the ethical dimension of AI and the balance between science and conscience. Contributions to the conference may be empirical or theoretical. Case histories and critical theory papers will be considered. Proposals for Round Table discussions and Workshops are also invited. This conference has been established to address these and other pertinent topics and is intended to become a leading event for those researching and working in the field from around the world. All Papers accepted for ECIAIR after the double-blind peer review process will be published in the conference proceedings, subject to author registration and payment.  The Proceedings is a published book with an ISBN and ISSN. Please see the ECIAIR important dates below. Key Topics The consequences of AI and robotics on work and society The governance of AI and AI in governance The future of the professions Enabling knowledge networks with cognitive computing and other technologies Ethical and acceptable social behaviours Organisational and social impact of AI How can AI explain its thinking? Legal services Algorithmic bias in AI Quantum AI Sectorial applications of AI including: Fintech and the financial services industry Life sciences and healthcare Utilities and transport management services In the development of Smart-cities In government In education and training In gaming In scientific research In healthcare In marketing Collaborative robots and human-robot interaction Roboethics Exploiting robotics in educational praxis Society 5.0 We would also welcome applications of AI to solving some of the World’s global challenges such as to improve the health and wellbeing of children and young people in growing urban environments around the world; to help civilisation migrate from hydrocarbons to non-fossil sources of energy and other activities to mitigate the climate crisis; to contribute to the continued eradication of extreme poverty in the World. + info

  • Andar de bicicleta elétrica pode fazer mais pelo clima do que grandes energias renováveis

    Um estudo na Science Magazine co-assinado por Nuno Bento, investigador do Iscte, dá conta este sábado que as inovações de menor escala são mais rápidas a descarbonizar, criam mais empregos e são mais baratas para a população. Partilhar táxis ou instalar em casa painéis solares são medidas mais eficazes para combater as alterações climáticas do que construir grandes centrais nucleares, solares ou eólicas. As tecnologias de menor escala – como termóstatos inteligentes ou bicicletas elétricas – são mais eficientes na redução de CO2 do que grandes tecnologias energéticas, dando assim um contributo mais rápido para o cumprimento das metas climáticas globais definidas pelo Acordo de Paris. Esta é a conclusão de um estudo publicado na revista Science com a assinatura de Nuno Bento, um investigador do Iscte que integra a equipa internacional que o realizou (ver Estudo em anexo). “A opinião generalizada dos grandes decisores políticos é que as grandes tecnologias – como as energias renováveis ou as centrais nucleares – são a forma mais rápida de reduzir os gases com efeito de estufa, mas este estudo veio provar o contrário”, afirma Nuno Bento, um dos autores do estudo e investigador do centro de investigação Dinâmia’Cet do Iscte. “Na verdade, comparando uma série de tecnologias de geração de energia e da sua utilização em casas, transportes e indústrias, concluiu-se que as alternativas de escala menor são mais eficazes pela velocidade da sua implementação, pela sua rápida melhoria ambiental e por implicarem muito menos recursos”. Os táxis compartilhados, as bombas de calor ou os termóstatos inteligentes são algumas das inovações apresentadas no estudo que têm menores riscos de investimento e um potencial de melhoria muito maior. “Incorporar estas soluções nas residências, tal como mudar as rotinas diárias de milhares de milhões de pessoas em todo o mundo, irá facilitar os progressos sem ser preciso recorrer a grandes infraestruturas que custam quantidades imensas de dinheiro”. As tecnologias mais pequenas têm um custo bastante inferior e são, também por isso, mais acessíveis às pessoas. O cidadão comum pode participar mais ativamente no processo de descarbonização. “O preço destas tecnologias tem descido com a procura e a sua utilização implica uma poupança de dinheiro e uma redução do desperdício”. Outro dos exemplos destacados na investigação, e que demonstra que o risco de investimento é tanto mais instável quanto maiores forem as tecnologias em causa, são as lâmpadas LED. “A LED é muito eficiente porque limita o consumo de energia para apenas 20% a 30% do consumo habitual, permitindo que haja mais iluminação e limitando a necessidade de mais centrais energéticas criando menos centrais energéticas”, afirma Nuno Bento. “Como se disseminou em menos de 7 anos, o preço das LED diminuiu ao longo do tempo e as lâmpadas foram sendo aprimoradas, sendo hoje mais eficazes do que nunca e cada vez mais baratas”. A aposta em soluções mais pequenas irá trazer, também, mais empregos às populações. “A criação de emprego entre um projeto tecnológico gigantesco e outros com a energia mais distribuída, é totalmente diferente”, afirma. “A energia solar fotovoltaica foi aplicada nos primeiros anos em Portugal com a Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, mas foi a criação, instalação e manutenção de pequenos sistemas nos telhados das habitações que trouxe um grande número de negócios, de encomendas e de empregos a este setor no país”. Estas conclusões foram apuradas através de uma análise realizada durante oito anos a diferentes artigos publicados sobre tecnologias e bancos de dados nomeadamente da Agência Internacional de Energia e da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. A análise revelou um padrão: as tecnologias mais pequenas difundem-se mais rapidamente, são mais fáceis de penetrar no mercado e têm um maior impacto ambiental. Para além de Nuno Bento, também são autores deste estudo Arnulf Grubler, do Instituto Internacional de Sistemas Aplicados (Áustria), e Charlie Wilson, do Tyndal Centre for Climate Change Research (Reino Unido). “A publicação deste artigo na Science Magazine – que é uma das duas revistas académicas mais prestigiadas do mundo – representa não só a validação internacional desta investigação, como demonstra também a capacidade das universidades portuguesas – neste caso, o Iscte – de produzir conhecimento”, afirma o investigador. “É um sinal claro da vitalidade do sistema português de ciência e tecnologia e da sua competitividade internacional”. Artigo para consulta aqui

  • O teletrabalho, agora um privilégio, e um direito

    Editorial de Pierre Guibentif para a Newsletter #58 Fev - Mar 2020  Os próximos dias são demasiado previsíveis; os próximos meses totalmente imprevisíveis. Alguma margem para agir, e pensar como agir, poderá existir no horizonte das próximas semanas: o intervalo entre dois números desta Newsletter. Um pretexto para tomar a sua feitura como ponto de partida da reflexão. Primeira constatação: faz-se como já se faz há muito tempo: por teletrabalho. Formatos indicados por uma aplicação em linha; projectos que circulam e são melhorados até a luz verde e a difusão, tudo por e-mail. Ninguém encontra ninguém. Confinamento – avant la lettre (antes de a coisa ser nomeada) – nos nossos gabinetes. Segunda constatação: as ferramentas são as mesmas, mas o contexto é completamente diferente; e fica tudo mais difícil. Faltam as rotinas do gabinete, os encontros nos intervalos, os palavrões dos futebolistas no terreno próximo, as idas às instalações do DINÂMIA’CET (D’C) para acertar presencialmente um último pormenor. Em suma, falta a sociedade. Felizmente, sucederam-se recentemente dois eventos que nos deram magníficas condições para promover o encontro e interconhecimento entre os investigadores do D’C. Mesmo a tempo de guardar algumas "reservas de convívio". O empenho de um conjunto de jovens investigadores - que tomou a iniciativa de organizar a 6 de Fevereiro um "SunCet", fim de tarde convivial, e assegurou a montagem do encontro de reflexão estratégica dos investigadores do D'C, a 15 de Fevereiro - foi fundamental. Aqui lhes reiteramos os nossos agradecimentos, agora com um novo motivo, de excepção. Por algumas semanas - ou mais? - terá que ser sem sociedade presente. Ora, não se age sem testemunho, sem destinatário, sem sociedade. Sabíamo-lo em teoria e agora sentimo-lo na prática. Logo, a questão é: como construir uma experiência actual da sociedade, estando cada um(a) em sua casa? O teletrabalho poderá ter aqui um papel determinante, não apenas pelas possibilidades tecnológicas de comunicação, mas também pelos significados da sua prática. Em particular, dois significados: Deveremos praticá-lo com a consciência das desigualdades entre os que o podem praticar e os outros. As desigualdades no acesso às tecnologias requeridas, ou ao emprego. Mas ainda, merecendo nestes dias uma menção especial, as desigualdades entre os que ficam (querendo ou não) em casa obedecendo à ordem de se proteger, e os que recebem a ordem de continuar as suas actividades habituais, expostos a riscos muito maiores por desempenhar actividades de relevância estrutural: profissionais de saúde, naturalmente, mas também profissionais envolvidos na produção e distribuição de bens de primeira necessidade, no tratamento do lixo, etc. Desigualdades que se deverá procurar reduzir e compensar, mas, em primeiro lugar e desde já, reconhecer. E deveremos, nas circunstâncias actuais, praticar o teletrabalho com a noção de estar, não apenas a cumprir obrigações ditadas por determinado cliente ou entidade patronal, mas também a exercer um direito. Um direito implícito, transversal aos direitos humanos hoje formalmente reconhecidos: o direito a contribuir para a produção da sociedade, à nossa maneira, como indivíduos criativos. Fechados em casa podemos conceber a difícil conciliação das expectativas familiares com as exigências do teletrabalho como a realização deste direito. Fechados em casa, em contacto apenas virtual com os nossos contemporâneos, podemos, graças ao teletrabalho, continuar a exercer este direito para além da família, e, logo, a fazer parte da sociedade. Ou melhor dizendo: a participar no fazer da sociedade – o que vai ser crucial face às mudanças que se avizinham.

  • COVID-19 - Informações sobre a actividade do dinâmia'cet

    Update 24/03/2020 Durante o dia de hoje, 24/03/2020, o contacto telefónico estará condicionado até que os serviços do Iscte concluam uma configuração do reencaminhamento de chamada. ​ Damos preferência ao contacto por email: Bruno Vasconcelos: bruno.vasconcelos@iscte-iul.pt Mafalda Pífano: mafalda.pifano@iscte-iul.pt Mariana Leite Braga: mariana.braga@iscte-iul.pt Maria João Machado: mjoao.machado@iscte-iul.pt Maria José Rodrigues: maria_jose_rodrigues@iscte-iul.pt Ou através do contacto geral dinamia@iscte-iul.pt A partir de dia 12 de março, inclusive, a Direcção do DINÂMIA’CET recomenda o cancelamento dos contactos presenciais nas instalações do Secretariado do DINÂMIA’CET, no âmbito do cumprimento do plano de contingência do COVID19 no Iscte. Recomenda-se o uso dos canais alternativos (e-mail; telefone; e videoconferência) para todas as questões/solicitações com a Unidade. Esta alteração não coloca de todo em causa a disponibilidade do Staff do DINÂMIA'CET para apoiar os investigadores da unidade, nesta fase intensa de submissão de candidaturas, mas antes canaliza esse suporte para os diversos meios disponíveis alternativos ao contacto presencial. A Direcção incentiva ainda  que todos (as) os (as) investigadores (as) desenvolvam a  sua atividade de investigação em teletrabalho, a  partir de casa, minimizando as deslocações, e realizando sempre que possível as reuniões por videoconferência. Os eventos científicos programados ficarão adiados até novas indicações. O DINÂMIA’CET manter-se-á atento ao evoluir da situação, designadamente às orientações que vierem a ser tomadas pelo Iscte e pela DGS, e tomará as medidas que as autoridades de saúde considerarem necessárias para a proteção dos seus investigadores e dos seus técnicos. O DINÂMIA’CET-Iscte renova o apelo a todos (as), para que continuem a observar as medidas básicas que integram o Plano de Contingência do Iscte e das autoridades de saúde nacionais e internacionais, para a contenção da propagação da COVID19. Plano de Contingência e informações atualizadas em ( https://www.iscte-iul.pt/contents/1729/plano-de-contingencia-covid19

  • Concurso para bolsas de doutoramento 2020

    Está aberto o período de candidaturas para o programa de Bolsas de Doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia - 2020. O DINÂMIA'CET_Iscte apoia os candidatos que associem o acolhimento à Unidade. Call BOLSAS INDIVIDUAIS DE DOUTORAMENTO FCT 2020 No âmbito do Concurso para Atribuição de Bolsas de Doutoramento – 2020 informamos que o DINÂMIA’CET – Iscte está disponível para acolher todos (as) os (as) candidatos (as) que pretendam indicar o Centro como Instituição de Acolhimento, devendo enviar para efeitos de candidatura ao DINÂMIA’CET – Iscte os seguintes elementos*: Associar o Curriculum Vitae (CV), devidamente atualizado, na plataforma CIÊNCIAVITAE (enviar pdf); nesta edição do concurso não são aceites CV submetidos nas plataformas FCT-SIG ou DeGóis; Apresentar de forma detalhada o plano de trabalhos de investigação a desenvolver e a respectiva justificação da Integração da Candidatura no DINÂMIA’CET - Iscte e no Grupo de Investigação no âmbito do qual  o Programa de Trabalhos será desenvolvido; A indicação de um orientador ou co-orientador do DINÂMIA’CET – Iscte (ou solicitar apoio). Uma Carta de motivação; Duas Cartas de recomendação com a referência do concurso; https://www.fct.pt/apoios/bolsas/concursos/individuais2020.phtml.pt A documentação deverá ser enviada para:  dinamia@iscte-iul.pt  com o assunto: BDFCT2020 – DINÂMIA'CET-Iscte – nome do candidato. Os candidatos serão informados da decisão do DINÂMIA’CET – Iscte no dia  21 de Abril , por correio electrónico. As candidaturas seleccionadas deverão ser posteriormente submetidas electronicamente em  MYFCT . Cada candidato poderá apresentar apenas uma única candidatura. __________________________ *Os dados solicitados pelo DINÂMIA’CET – Iscte  não dispensam a obrigação de apresentação de todos os elementos que a FCT obriga para efeitos de candidatura. Chamamos a atenção para a leitura atenta dos documentos do concurso disponíveis em  https://myfct.fct.pt/CallDetail.aspx?CallId=3 ** No caso de graus académicos obtidos no estrangeiro, apenas os graus académicos para os quais seja submetido o respetivo registo de reconhecimentos/equivalência de grau e conversão de nota para a escala portuguesa serão considerados para o cálculo do subcritério A1. https://myfct.fct.pt/LibDocument/FileDisplay.aspx?EcrypDoctId=nN%2bGFziG2RLoik1pr5GGfA%3d%3d

  • Seminário com Gabriel Siles-Brügge

    Ciclos de conversas sobre Economia Política All Politics is Glocal! Municipalities in Global Trade Governance Gabriel Siles-Brügge | University of Warwick 12/11/20 | 18:00 Live Stream Full calendar available here Short Bio Gabriel Siles-Brügge is Associate Professor in Public Policy at the University of Warwick. His current research focuses on the municipal-level contestation of trade and investment agreements, the role of emotion in trade and investment policy and the political economy of Brexit. He is the author of Constructing European Union Trade Policy (2014, Palgrave Macmillan) and co-author (with Ferdi De Ville) of TTIP: The Truth about Transatlantic Trade and Investment Partnership (2016, Polity). He is a Scientific Advisor on trade and investment policy to the European Public Health Alliance, representing the organization as an alternate member of the European Commission’s ‘Expert group on Trade Agreements’. He was a Parliamentary Academic Fellow with the UK House of Commons International Trade Committee from 2017–19. He tweets under @GabrielSilesB. Sobre o Ciclo Os ciclos de conversas sobre Economia Política decorrem entre Novembro de 2019 e Julho de 2020. Organizados pelo DINÂMIA'CET-Iscte, pela Associação Portuguesa de Economia Política, pelo Doutoramento Interdisciplinar em Economia Política e pelo Departamento de Economia Política do ISCTE-IUL, estes ciclos vêm contribuir para um debate regular sobre temas da Economia Política. Estes ciclos subdividem-se em cinco grandes áreas: guia prático, pesquisas, obras, investigadores e filmes. O primeiro consiste em sessões sobre aspectos práticos relacionados com o processo de investigação, por exemplo sobre a preparação de uma candidatura a bolsas de doutoramento, sobre a escrita académica ou sobre a participação em conferências internacionais. O segundo visa apresentar um conjunto de pesquisas em curso na área da Economia Política, nomeadamente projectos de investigação financiados. O terceiro consiste num conjunto de debates sobre obras fundamentais da Economia Política. Este ciclo tira partido do facto de obras centrais da Economia Política terem sido recentemente traduzidas para português, sendo esse um dos critérios de selecção das obras em debate. O quarto ciclo consiste num conjunto de sessões com investigadores internacionais e nacionais que desenvolvem a sua investigação na área da Economia Política. Dessa forma, pretende-se criar em Portugal um fórum de debate regular com investigadores desta área. Finamente, o último ciclo consiste na exibição de filmes com relevância para a área da Economia Política, assim como de debates acerca dos filmes exibidos.

  • public policies on collective housing training school

    MCMH- EU COST Action is promoting the first Training School on public housing policies for rehousing: Development, valuation and future. Madrid as a paradigm MADRID TRAINING SCHOOL 16-19 MARCH 2020 Registrations until: 27th February The general objective of the Training School is to learn about the public policies on collective housing applied in Madrid in the second half of the 20th century and to evaluate their social, urban and political suitability by analysing unique cases from different periods. Within the framework of COST Action 18137, it is expected that the results of the Training school would provide data and analysis that would allow: To examine if public policies on collective housing have been suitable instruments for the configuration and consolidation of the middle class, characterized, among other criteria, by the provision (possession) of decent housing.To know the current problems of these groups –therefore, the policies that supported them – and, if necessary, to redefine possible intervention strategies. More information

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