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URB | mini-série para televisão

 Cidades e Territórios
Palavras-Chave: Diversidade cultural; Grande Lisboa; Lisboeta; Empoderamento comunitário

Coordenador(a): n.a.

Equipa DINÂMIA’CET-IUL: Pedro Costa; António Guterres

Outros Membros: Pedro Pinho; Inês Luz

Parcerias: Instituição proponente - ASSOCIAÇÃO TERRRATREME OFICINAS; VENDE-SE FILMES

Entidade Financiadora: Fundação Calouste Gulbenkian- programa PARTIS

Data de Início: 01/2014  Data de Finalização: 01/2016

Trata-se de uma parceria no âmbito do Programa PARTIS – Fundação Calouste Gulbenkian. A ideia base do projecto URB é a de iniciar um processo de escrita, desenvolvimento e pré-produção de uma série para televisão (mini-novela) ancorada na realidade social efectiva da grande Lisboa e na sua diversidade e multiplicidade cultural. A temática abrange um universo temático em estreita conexão com a vida urbana da periferia. Sendo a zona da Grande Lisboa uma realidade múltipla, habitada por 3 ou 4 milhões de pessoas, cuja composição social é abundantemente mais diversificada do que aquilo que nos habituámos a considerar como um Português típico, o projecto URB pretende trabalhar para enriquecer e atualizar esse estereótipo do Lisboeta. Considerando que noutras áreas de criação artística, como a música, a recuperação pelo mainstream de diversas expressões culturalmente marginais – como o rap crioulo ou o kuduro – contribuíram simultaneamente para o empoderamento das comunidades de origem dessas manifestações e para o fortalecimento e a construção do carácter da cultura como um todo parece-nos essencial replicar esse movimento de curto-circuito entre o centro e a periferia na criação e circulação de imaginários no seio dos seus meios de difusão mais abrangentes, como são a televisão e a internet. A base da intervenção e do processo que se pretende levar a cabo carateriza-se por longas estadias, num processo de imersão, em cada um dos territórios; pela procura de uma horizontalidade em todos os processos de trabalho e decisão com os participantes; pelo envolvimento das populações de um lugar enquanto actores e argumentistas; pela dinamização e animação dos territórios através dos enredos e da sua preparação e produção; pela promoção de uma imagem colectiva; pela transmissão de conhecimentos em várias áreas tecnológicas e artísticas, e, por uma equipa complementar com uma actividade profissional e artística regular que vai desde os realizadores, aos técnicos de imagem e som, passando pelos mobilizadores e animadores.
 n.a.
n.a.